Arquivo de março \30\UTC 2010

Novidade no shopping: Crepes & Waffles

Dia desses, Estelis e eu fomos ao shopping Vila Olímpia bater perna. Na hora da fome, a gente decidiu comer alguma coisinha que não fosse uma mega refeição.
A praça de alimentação não agradou e, foi aí que vimos o Crepes & Waffles. Ficamos na dúvida se entraríamos ou não, mas o cheiro nos convidou a escolher uma mesa.
Dando uma pesquisada, vi que se trata da primeira filial brasileira de uma cadeia de restaurantes colombiana. O ambiente é bem ajeitadinho, cara de ‘lugar que vai dar certo’, como disse a Estelis.
Pedi um crepe de 3 queijos (mussarela + mussarela de búfala + outro que não lembro, R$ 24,40) e Estelis foi de crepe de champignon com alho (R$ 18,10). A gente achou esquisito que o crepe de champignon tinha ‘caldo’. Ela gostou, achou interessante, mas preferia ter pedido outro sabor. O meu estava bom, mas tive que comer em 10 minutos antes que o queijo ficasse duro e enjoativo.
De sobremesa, dividimos um mini waffle de Nutella (R$ 7,50). Achei que o chantilly estava sem açúcar, muito esquisito. De resto, OK.
Resumindo, gostei do lugar pq é especializado em 2 coisas que gosto muito, mas achei meio caro. Por ser um restaurante de rede tem seu charme.
Vale a pena voltar para experimentar outros sabores e afundar a cara no waffle gigante com sorvete!

Crepes & WafflesShopping Vila Olímpia

Mais crepes e waffles:
Crepe romântico no Carambolla
Crepe do Crepon
Crepão!
Homenagem ao Pibu’s!

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Shintori no Restaurant Week 2010

E finalmente fui ao Shintori. Até semana passada eles ainda estavam servindo o menu Restaurant Week e resolvemos aproveitar.
O lugar é bem bonito, mas você fica com uma sensação de que os tempos aureos do restaurante já passaram. Lembra um pouco um hotel meio antigo. Mas enfim… Ainda dá uma impressionada.
O serviço é impecável, exatamente o que se espera de um local japonês tão tradicional.

De entrada, pedi a salada japonesa com macarrão transparente e frutos do mar. Fora a apresentação bonitona, achei o sabor OK e nada memorável.

A Jussa pediu a salada mista que ela tanto ama por causa do molho. Achei gostoso e muito bem servido. Valeu bastante a pena.

Os meninos pediram beringela, que nada tinha de especial.

Pedi à parte um Dobin-Mushi (sopa de caldo de frango, camarao e sabor predominante de cogumelo) devido à propaganda que amigos japorongas fizeram. A sopa vem numa chaleirinha bem fofa e é gostosa. Mas sinceramente (sorry amigos japas), eu tomo a mesma sopa em casa. Minha mãe faz sopa praticamente dia sim dia não, seja inverno ou o verão de dubai. É praticamente o arroz e feijão da minha casa.

De prato principal, fui de menu degustação que vem um pouquinho de cada coisa. Achei bonitinho, mas fiquei bem decepcionada. Todas as friturinhas do prato vieram frias. Fritura fria p/ mim é o uó. Não dá. Até na padoca da esquina a coxinha é aquecida! de resto, nada surpreendente.

O filé de pirarucu tb estava normal. A Jussa achou um pouco seco/duro difícil de cortar. Mas tb… Não ruim nem bom. Nada memorável.

Pra mim, a sobremesa foi o ponto alto da noite. Pedimos o Bonsai: sorvete de creme com biscoito de chocolate. A apresentação é suuuuuper fofa, parecia um vaso com flor e estava bem gostosinha. Tudo bem, pensando friamente era um sorvete x com negresco. Mas considerando que naquela altura do campeonato a expectativa já estava bem baixa, a sobremesa surpreendeu. Mas o Samuel pediu a gelatina de leite de soja com calda de pitaia. A cara era feinha e pelo que ele falou, meio sem gosto. Nem vale a pena por a foto.

Bottom line: A expectativa era alta devido à fama do restaurante. Por ser um clássico japones que já existe há décadas, eu esperava muito mais. Obviamente eu sabia que seria mais “singelo” por ser menu RW, mas tb não achei que iria comer comida fria. Mas ainda ainda quero voltar pra experimentar os teppans mágicos (Leia esse post da Jussa) ou os cortes de sushi gordos.

Preços arredondados:
Menu RW: R$ 39,00
Dobin Mushi: 12,00
Sake importado: 20,00
Refri: 5,00
Café: 6,00.

Considerando + os 15% de serviço, a conta saiu quase R$ 70,00 por cabeça.

Endereço: Al. Campinas 600 – Jardins.

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Hinodê, um japa sem surpresas

Num domingo de indecisão sobre onde comer na Liberdade, fomos parar no Hinodê. A casa é bem tradicional e possui decoração bem japinha. Nada especial, mas acho que é pq estamos já meio acostumados com esse mundo japa da liberdade. O local possui até salas privadas com tatame, mas p/ sentar lá custava 10 reais a mais. Resolvemos ficar pelo salão mesmo, que estava vazio.

Para 4 pessoas, pedimos 2 Teishokus, que é um PF combinadão de entradinhas, pratos frios (Sashimis) e pratos quentes (tempurá, peixe grelhado, etc). Tudo em porçõezinhas pequenas, mas com bastante variedade! Serviu bem e saímos satisfeitos. Cada combinado que dá pra 2 pessoas custa por volta de R$ 70,00.

Teishoku hinode

Hum… Adoro esse nabo em conserva amarelo-radioativo.

Não tem muito o que falar. A conta por cabeça no final saiu R$ 50,00. Não é muito barato, mas é um japa default bom, tranquilo e sem surpresas.

Endereço: R. Tomás Gonzaga, 62 – Liberdade

Demais restaurantes da mesma rua:

Teishoku, onegai shimasu!
Yamaga, japonês tradicional na Liba
Mais lamen!
Porque não o Porque Sim?
Chinês Top 1 2008, até o momento.

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Missão cumprida: conheci o acarajé!

Nesse calor infernal, nada mais apropriado do que comer… comida baiana! Sim, suicídio, mas há tempos queria experimentar o tal do acarajé, daí surgiu a oportunidade e fui.
O lugar sugerido pela Lu foi o Rota do Acarajé, um restaurante bem informal e descontraído, mais pra botecão mesmo.
Para começar, claro, pedimos o acarajé tradicional (para comer com a mão): bolinho frito de feijão fradinho recheado de vatapá, caruru, saladinha e camarões secos (R$ 9,00). Para completar, o pessoal ainda pediu escondidinho de carne seca (R$ 43,00, serve umas 3 pessoas), porção de mandioca frita (R$ 19,00) e eu pedi um cuscuz de camarão (R$ 12,40).
Não gostei muito do acarajé. Curti o bolinho (bem crocante), mas achei tudo meio sem gosto. Estava esperando algo forte, ardido, cheio de sabooor, mas não. Sei lá, acho que o tempero (no caso, a pimenta) fica por conta do freguês mesmo. Bom, o Arnaldo adorooou.
Gostei bastante do escondidinho. Bem servido, muita carne seca, muito purê e queijo. Boa pedida! A porção de mandioca tb estava gostosa, já o cuscuz estava meio sem sal.
O atendimento é bom e simpático!
Resumindo, não acertei muito nas minhas escolhas (e não desisto do acarajé, quero experimentá-lo em outros lugares), mas voltaria ao Rota para pedir as moquecas. Fiquei na nóia! Bom, fica para uma próxima vez!

Rota do AcarajéR. Martim Francisco – Santa Cecília

Mais cozinha brasileira:
Água Doce Cachaçaria, pinga nim mim… NOT
Rabada nas férias
Cozinha pernambucana moderna
Made in Brazil

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Encontrinho dos amigos gordos no Jardim Meio Hectare

Semana passada fizemos um encontrinho dos blogs gordos. A gente não conhecia Batata e Pepino e nem Comidinhas bacaninhas ao vivo.
E como o Bitchori, é o amigo do mundo real em comum dos blogs, resolvemos combinar esse blind date dos blogs.
Contamos tb com a presença da @ayagui e os 2 non-bloggers @clauk e Feijão.
O restaurante escolhido foi o restaurante chines Jardim Meio Hectare, um chinês pedreiro na liberdade, que a gente até já postou uma vez:
Eu ainda gosto de lá, mas já passou um pouco o encanto. Mas foi bom, pq estávamos em 11 pessoas, então deu pra pedir vááários pratos diferentes! A Batata já fez o post lá no blog deles. Confira aqui!

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St. Louis, the burguer joint

A lanchonete St. Louis é bem americaninha, pequena e decorada com objetos antigos. Mesas com toalha de piquenique xadrez e bancos de madeira ao invés de cadeiras. Tudo um charme e fofo, menos o banco, pq não dá pra ser feliz jogando papo fora sentada num lugar sem encosto.

O cardápio é extenso e eu sempre fico na dúvida do que pedir qdo existe mais que um item apimentado no cardápio. Acabei me optando pelo Tommy’s: Hamburguer com queijo prato, chili de carne, alface, tomate, picles e cebola. O lanche é alto, daqueles que você não consegue comer com a mão. Se bem que dependendo do seu skill, até dá. Eu optei pelo garfo e faca mesmo. E qdo o hamburguer vem alto assim, eu tb removo a parte de cima do pão e como só o resto. Senão eu explodo.

Bom, como sempre, eu peço as coisas apimentadas desejando um pouco de emoção nessa vida, mas normalmente não se sente nem o gosto da pimenta. Mas mesmo assim, gostei do meu pedido. Um pouco gordo demais, afinal, hamburguer + carne moída é um pouco over.

A Jussa pediu o Champ: Burguer com queijo suíço e cogumelos refogados. Ela sempre comenta que a carne é boa e que tem gosto de fumaça (isso é bom). Eu já não tenho um paladar apurado pra distinguir o modo de cozimento das carnes. Os lanches vêm acompanhados com um potinho de cole slaw, uma mini salada de repolho com cenoura, bem gostosinho.

Bottom line, não é de comer chorando, mas está longe de ser ruim. É um hamburguer gostoso e ponto. Meio que não tem erro. Indicadíssimo se você está nas redondezas.

Preços: Batata R$ 11,00 e hamburguer R$19,50. A média é sair pagando uns R$28,00 por cabeça.

Óia o babado antigo: Alguns anos atrás, fomos jantar lá e vimos o Dado Dolabella com a Luana Piovani!

Endereço: R. Batatais, 242 – Jardins

Mais burguers:

Joe & Leo’s: hambúrguer e esportes combinam?
B&B: Bom, bonito e… barato?
Engenharia do Hamburguer: Hambúrguer graduado
PJ Clarke’s: NY é logo ali, no Itaim
Hamburgueria Nacional: Melhor hamburguer de SP?

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Mais um do RW: Tandoor

Saímos esses dias para jantar e meu único requisito era que o restaurante não estivesse participando do RW. Para meu azar (talvez mais falta de atenção), chegamos na porta do Tandoor e este estava sim no evento. Bem, como já estávamos lá e o buffet não parecia ruim, ficamos.

A comida estava boa, mas com uma seleção conservadora. Entradas variadas que não empolgaram muito, naan (pão) com molhos sortidos, carneiro, camarão, legumes e arroz. A pimenta não fez nem cócega, mas compreensível, já que teria que agradar a todos os gostos ao mesmo tempo. De sobremsa, bolinho de leite servido quente com caldo de essências de rosas e sorvete de manga (bom, mas difícil de comer, de tão duro). Se, por um outro lado, foi bem melhor que a cara de Péfão do Govinda no outro ano, por outro, o esquema de buffet tambem não contribui para um clima mais intimista. Falando em intimidade, as mesas foram todas dispostas bem próximas às outras, provavelmente para caber mais gente, assim como a mesa do buffet. Ou seja, difícil de se locomover e uma mesa ouve a conversa da outra, não tão ruim se você gosta de interação.

O atendimento foi atrapalhado, demoravam para nos atender e esqueciam os pedidos. Em compensação, o dono conversou um pouco com a gente, contando que estava no Brasil há 30 anos e o amigo da mesa ao lado tinha uma loja em frente à dele lá na Índia.

Gosto muito do Tandoor. O caráter do lugar é fantástico, localizado em um casarão do Paraíso, parece uma sala de jantar bem grande e costuma ser tranquilo. Mas ficou descaracterizado no RW. Se você nunca comeu comida indiana, é uma boa oportunidade de conhecer. Caso contrário, vale mais a pena ir em um dia normal pagando só um pouquinho a mais (preço RW foi R$52).

Endereço: Rua Doutor Rafael de Barros, 408 – Paraíso

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