Maní: comida contemporânea pra tiuzão

mani_fachada
O lugar é bonito e bem dividido em três ambientes: um mais rústico com cobertura de “trepadeiras”, o salão principal mais austero e o jardim com mesas de madeira que dão um ar de pique-nique. Como eu cismei que queria um lugar de fumante, ficamos esperando mais de uma hora por uma mesa no jardim… Se fosse mesa normal, pegaríamos em menos de 20min.

Ficamos sentados em um dos sofás tomando uns aperitivos pra abrir o apetite (dose black R$24,00 e “caipirinha do porto” a base de vinho do porto R$19,00) que vieram caprichados. Conversa vai, conversa vem, fome aparece e resolvemos pegar uma mesa não-fumante para já ir pedindo os pratos e devorar o couvert que, infelizmente, não era dos mais caprichados: vieram uns pãezinhos, um mandyopan-gigante, queijo de cabra e um patê de ricota, nada d+ (não valeu os R$12,00 por pessoa).
Pegamos um vinho, afinal de contas se é pra gastar gasta direito e, como não entendo nada dessa coisa enóloga, fui direto no Cabernet Sauvignon com preço não exorbitante e no final era um que eu já experimentei e tinha gostado: Hight Tide Isla Negra 2007 (R$97,00 a garrafa – você acha por R$64,00 na Enoteca Fasano).
Os pratos chegaram assim que conseguimos um lugarzinho no fumódromo, e eles estavam muito bons. Bons em qualidade e sabor, mas em tamanho… pfff Difícil ser gordão em restaurante metido a chiquetoso. Pedi um bobó a maní (camarões tamanho médio sobre purê de mandioquinha com “molho bobózento” – R$55,00) que estava bem saboroso, com os camarões no ponto certo. Minha “kerida” pediu um filé não lembro o nome (filé mignon com batata laminada gratinada – R$45,00) cuja a batata estava muito boa e a carne também bem feita.
Não pegamos sobremesa – ufa, economia de uns cinquenta contos – e fechei com um cafezinho pra rebater (nespresso ristretto R$4,90) pra ver se acordava um pouco porque já era mais de meia noite. Resumindo, é um lugar bem legal pra ir a dois e curtir uma noite de tiuzão-com-grana, mas não rola ir direto devido ao ticket alto… Vem megasena, veeeem!
Prós: Lugar bonitão e íntimo para curtir uma comida boa e conversar.
Contra: Caro (pelo menos para meus padrões) e como não tem muitas mesas deve rolar filas homéricas ainda mais por ser um dos restaurantes destaque do ranking da Vejinha (melhor comida contemporânia já há alguns anos).
Endereço: Rua Joaquim Antunes, 210 – Jardim Paulistano – Tel: 11 3085-4148

Ficamos sentados em um dos sofás tomando uns aperitivos pra abrir o apetite (dose black R$24,00 e “caipirinha do porto” a base de vinho do porto R$19,00) que vieram caprichados. Conversa vai, conversa vem, fome aparece e resolvemos pegar uma mesa não-fumante para já ir pedindo os pratos e devorar o couvert que, infelizmente, não era dos mais caprichados: vieram uns pãezinhos, um mandyopan-gigante, queijo de cabra e um patê de ricota, nada d+ (não valeu os R$12,00 por pessoa).

Pegamos um vinho, afinal de contas se é pra gastar gasta direito e, como não entendo nada dessa coisa enóloga, fui direto no Cabernet Sauvignon com preço não exorbitante e no final era um que eu já experimentei e tinha gostado: Hight Tide Isla Negra 2007 (R$97,00 a garrafa – você acha por R$64,00 na Enoteca Fasano).

Os pratos chegaram assim que conseguimos um lugarzinho no fumódromo, e eles estavam muito bons. Bons em qualidade e sabor, mas em tamanho… pfff Difícil ser gordão em restaurante metido a chiquetoso. Pedi um bobó a maní (camarões tamanho médio sobre purê de mandioquinha com molho funghi – R$55,00) que estava bem saboroso, com os camarões no ponto certo. Minha “kerida” pediu um filé-não-lembro-o-nome (filé mignon com batata laminada gratinada – R$45,00) cuja a batata estava muito boa e a carne também bem feita.

Não pegamos sobremesa – ufa, economia de uns cinquenta contos – e fechei com um cafezinho pra rebater (nespresso ristretto R$4,90) pra ver se acordava um pouco porque já era mais de meia noite. Resumindo, é um lugar bem legal pra ir a dois e curtir uma noite de tiuzão-com-grana, mas não rola ir direto devido ao ticket alto… Vem megasena, veeeem!

Prós: Lugar bonitão e íntimo para curtir uma comida boa e conversar de casal.

Contra: Caro (pelo menos para meus padrões) e como não tem muitas mesas deve rolar filas homéricas ainda mais por ser um dos restaurantes destaque do ranking da Vejinha (melhor comida contemporânia já há alguns anos).

Endereço: Rua Joaquim Antunes, 210 – Jardim Paulistano – Tel: 11 3085-4148

OBS: Veja alguns restaurantes japoneses no meu site =P

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  1. #1 por Vitão em maio 18, 2009 - 19:38

    Essa conta deve ter dado baratinha…

  2. #2 por Estelis em maio 18, 2009 - 20:41

    Nossa manu… 1o post, pelo menos faça a propaganda do vaiquevai na categoria correta! uhahuauhuha

  3. #3 por Seiji - vaiquevai em maio 19, 2009 - 01:23

    pow pow, tem apoiar os sites mais fracos!

    OBS: Acesse agora http://vaiquevai.com.br para conhecer mais a cultura nipônica. ahuauhauha

  4. #4 por Krodir em junho 14, 2009 - 18:54

    Nham parece bom, mas caro ne? É na minha rua

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