Samuel

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h3: Inovação no Fast Food

Acho que São Paulo, por mais que seja o centro gastronômico do Brasil, carece de mais inovação, principalmente no mundo da comida do dia-a-dia, refeições que custem no máximo 30 reais. Quem já foi a países desenvolvidos sabe que lá existem muitas opções que juntam o bom e barato. Por isso fiquei muito feliz em conhecer o h3, rede de fast food vinda de Portugal.

Na verdade eles se auto-entitulam um “not so fast” food. Pra mim é uma tremenda jogada de Marketing, convidando os clientes a saborearem o hamburguer de forma saudável e com garfo e faca, ao invés de devorarem um sanduíche com as mãos. Sem falar que é uma desculpa para qualquer atraso na preparação da comida.

A comida é um hamburguer de 200 gramas com diferentes coberturas e duas escolhas de acompnhamento, entre batatas em rodelas (fritas), arroz e salada. De sobremesa oferecem sorvetes artesanais. Pedi o h3 benedict (R$20), com ovo pochê, molho holandês e lasquinhas de bacon. A carne etava excelente, o arroz e a salada eram simples, mas temperados perfeitamente. E percebe-se que eles se preocuparam em usar ingredientes de primeira.

Com um chá com limão (R$3,50), a conta deu R$ 23,50. Fiquei apaixonado pelo lugar. Incrível como conseguiram misturar um menu minimalista, mas ao mesmo tempo bem atraente, com um processo simples e um tremendo Marketing. As praças de alimentação agradecem!

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Esquentando no Bar Birô e Comida di Buteco

Frio do Alaska e garoa sem fim numa noite de sexta. O que fazer? Comer e beber! Pra variar o Bar Veloso estava abarrotado, então tocamos pro Bar Birô, ao lado do Colégio Etapa.

Começamos light com sopas. Eles tem uma boa seleção – canja de galinha, sopa verde e caldinho de feijão. Não eram extraordinários, mas caíram bem pra dar uma esquentada. Melhor ainda foi o vinho quente, absolutamente perfeito. Pedimos também bastante Serra Malte de garrafa para não perder o costume.

Água na Boca

Uma boa surpresa foi que o bar participava do Comida di Biteco, festival de petiscos que faz absurdo sucesso em Belo Horizonte. Acho que tem a ver com o mineiro ser um povo boêmio demais da conta. Pedimos o prato participante, o Água na Boca (R$29), filézinho à parmegiana, polenta frita, bolinhas de mandioca 4 queijos, pasteizinhos de feijoada e molho ao sugo, patê de salsinha, barbecue e pimenta. Pra mim o destaque foi o bolinho 4 queijos, muito saboroso. A polenta infelizmente veio meio murcha.

A casa contava com uma banda de rock e uma galera mega animada. Como sentamos perto da banda, atrapalhava um pouco a conversa, mas a música era ótima.

A conta ficou R$32 por pessoa, comendo e bebendo bem. Corpo e alma aquecidos, dormi como uma pedra!

Endereço: R. Vergueiro, 1889 – Tel: (11) 5081-4040

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Chefs na Rua no Virada Cultural!

Acho que a maioria das pessoas já sabe, mas vai a dica aos desligados. A Virada Cultural deste ano tem atração gastronômica, a iniciativa Chefs na Rua. Afinal, comida também é cultura! 🙂 São pratos que misturam alta gastronomia com comida de rua, entre R$5 e R$15. Mas atenção! A maioria das barracas só estará aberta a partir das 8h da manhã de domingo. Só o Alex Atala e o Erick Jacquin servem entre 0h e 2h, mas tem porções limitadas, ou seja, vai ter muita muvuca. Quero muito experimenta ro hamburguer de pato.. humm…

Está tudo bem detalhado no site da Virada.

Atualização Pós Virada:

Após 40 minutos de fila, fomos das últimas pessoas a pegar um dos hanbúrgueres de pato. Foi a primeira barraca a fechar as portas no domingo de dia. Eu não achei que o pato ia fazer tamanho sucesso! O hamburguer era bem saboroso, principalmente por causa da maionese trufada. A carne era de primeira, mas não senti o gosto de pato! Parecia muito carne de vaca. Para quem não conseguiu experimentar, disseram que o prato está disponível no restaurante Cosi, porém, olhei no site e não aparecia no cardápio. Alguém consegue confirmar?

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O enlatado americano-mexicano chegou!

OK, nada melhor para celebrar meu novo post depois de quase um ano sem escrever do que uma grande novidade! A rede de fast food Tex-Mex Chilli’s finalmente chegou ao Brasil! Por que será que uma rede de 35 anos e 1500 lojas no mundo demorou tanto pra chegar aqui? E não foi por falta de demanda, visto o gosto do paulistano pelos mexicanos da cidade.

Para quem não conhece, é um restaurante ao estilo Outback ou Applebee’s. Mas além dos pontos em comum, como costelas e hambúrgueres, também tem toda uma seleção de tex-mex, com destaque para as fajitas e cardápio de margueritas incríveis.

O ambiente é bem bacana, um pouco menos escuro que um Outback e tem um segundo andar ao ar livre fantástico, mas que estava fechado por causa do frio. O atendimento foi bem profissional para um restaurante novo. Sem reclamações.

Chilli's Fajitas

Pedimos um Trio Fajitas para 2 pessoas, que vem com carne, frango e camarão e cebolas e pimentões grelhados. É bem servido, saímos satisfeitos. Achei os acompanhamntos (guacamole, sour cream, molho a base de tomate e cheddar) sem gosto e com uma apresentação duvidosa, em bolinhas?! E rolou uma miguelação nas tortillas, somente 3! Tivemos de pedir mais duas vezes. Pelo menos foram bem rápidos e não foi cobrado a parte. O que custava trazer um número decente desde o começo? Bebemos chá com refill. Como pede o espírito de porco, bebemos uns 2 litros de chá cada..

Dividir um fajitas é uma forma boa de economizar. Saiu R$58 para duas pessoas! De qualquer forma os preços do cardápio pareciam bem competitivos. Nào foi dessa vez que experimentei meu prato preferido, o crispy chicken com molho honey-chipotle, ou as margueritas. Aguardem cenas do próximo capítulo.

Endereço: Av. Sabiá, 430 – Moema – Tel: (11) 5051.1645

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E o La Mole continua bom

Eis uma sugestão de almoço BBB no Leblon. O La Mole serve pratos a la carte e todos os dias tem pratos executivos “do dia” mais baratos. Esta

quinta-feira fui lá e pedi uma das opções do dia – carne seca, couve, abóbora, arroz e tutu de feijão. Quase tudo muito bom. Só o tutu era meio estranho, mais para um creme de feijão e bem líquido. Bem longe do tutu a que estou acostumado, com pedaços de feijão e mais seco. Segundo a Becky, é normal no Rio.

O restaurante é bem pequeno e aconchegante. O atendimento foi impecável, sem reclamações. Descobri depois que pesquisei mais na Internet que o restaurante é na verdade uma filial de uma cademia de 15 casas! E o primeiro foi aberto em 1958! Parece que eles descobriram a fórmula do sucesso e longevidade. E não é tão difícil, não? Bom, bonito e barato. Não costuma ter erro. Leia aqui a íntegra da história. O almoço executivo custou cerca de R$23.

Endereço: R. Dias Ferreira, 147 – Leblon – Tel: 21 3460 0800

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Bartolomeu? Bartodomeu? Barthodomeu!

Pessoal, voltei! (Apesar de temporariamente) Agora na versão carioca!! Pois é, vou tentar trazer algumas dicas do Rio pelo tempo que estiver por aqui. Espero que seja útil para quem for visitar o Rio.

A primeira dica é o Barthodomeu (um bar todo seu), que fica exatamente em frente do tradicionalíssimo Bar Empório. Inclusive, como o maitre do Empório faleceu esses dias, ontem a rua ficou quase intransitável, tamanha a multidão que se formou em frente ao bar.

O Barthodomeu é ótimo para sentar, tomar um chopp, petiscar e jogar conversa fora. A decoração é toda em madeira, com muitas mesas na calçada e ambiente interno bem aberto. A casa tem uma ampla seleção de petiscos, caldinhos, sanduíches e pratos. Por sugestão do Rodrigo (habitué da casa), pedi o escondido de camarão. Vem com bastante camarão, acompanhado de torradinhas, bem diferente, mas achei ele um pouco sem sabor, sem graça. No geral a galera adora. Recomendo o sanduíche de filé com cebolas caramelizadas.

Escondido de Camarão

O bom mesmo da casa é o almoço. Escolhe-se uma carne (em torno de R$20) e os acompanhamentos pede-se a vontade! Arroz com brócolis, feijão, batata, diversas saladas, farofa de alho, farofa de ovos, creme de espinafre, creme de milho, ovos fritos, nhoque ao alho, nhoque a bolonhesa etc etc. Sempre saio rolando de lá. Sugiro o filé mignon à parmegiana.

Filé a parmegiana

Conta do happy hour: R$50, includindo escondido de camarão e algumas cervejas – caro, mas é difícil pagar menos em Ipanema.
Conta do almoço: R$26, incluindo filé de parmegiana e bebida – barato para o bairro e come-se como um rei.

Endereço:  Rua Maria Quitéria, 46 – Ipanema – (21) 2247-8609

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Update sobre o Squat Bar

Creio que este post vem em boa hora, já que estamos agora na época de comemorações de fim de ano. Há dois sábados atrás fiz uma festinha de despedida minha (vou parar de escrever por um tempo) e de um amigo no Squat Bar. A Tel já tinha escrito sobre o lugar, mas acho que dessa vez foi o teste final (foram 40 pessoas).

No geral, é quase perfeito para quem quer fazer um eventozinho e curte um eletrônico estilo house / lounge. O volume do som é moderado, exceto quando estå próximo a uma das caixas de som. O atendimento é excelente, com todos os atendente super atenciosos e simpáticos. O gerente me apresentou a casa alguns dias antes com bastante detalhe. A seleção de pratos é variada, mas não é excepcional. Muitos pediram comida e não houveram reclamações. Eu só experimentei o falafel, que é razoável, mas que a mim não lembra um falafel tradicional, Estava meio com cara de salada e sem o molho a base de iogurte.

Como a Tel bem já tinha apontado, o melhor da casa é a decoração. Um espaço pequeno que consegue ter vários ambientes, cheio de sofás. O mezzanino é dominado pelas mesas e o som do DJ é bem baixo, o que o torna bom para confraternizações variadas. Para quem quer algo mais happening, pode reservar um dos camorotes. Um fica um pouco mais isolado, no mezzanino. Os outros dois ficam  no ambiente principal, Um meio que se juntando com a galera da balada e outro mais ao canto, com decoração que se assemelha a uma sala de esta com tema retrô (inclui até uma televisão velha). Pegamos este último. Cada camarote custa R$ 400 e dá direito a 2 garrafas de Red Label ou Absolut, 6 energéticos e 10 VIPs. Um valor aceitável dependendo do número de pessoas.

OK, agora aos poucos pontos negativos. Passei o dia anterior ligando e mandando emails para passar a lista e ninguém respondeu. Fui receber uma resposta só no final do dia. Parece que foi um problema do dia, pois todos meus contatos anteriores tinham sido ótimos. Fica apenas uma pessoa na entrada registrando os visitantes, o que faz com que a fila na calçada se estenda até a esquina. A cada dez minutos alguém me ligava para dizer que a fila estava gigante e que tinha uns bofes furando a fila. Acho que eventualmente desistiram de checar quem estava na lista e quem era VIP. Aconteceu que os VIPs acabaram não entrando VIP. O gerente disse que era só passar no caixa para acertar o cartão, mas quem tinha paciência para isso? No final, reclamei e consegui um desconto de 10% no camarote. Outro ponto menor é que faltou energético no meio da noite, mas repuseram o estoque um certo tempo depois.

Em resumo, o lugar é muito bom, mas se quer fazer algo no final de semana (bem mais cheio) e o teu plano é não ter absolutamente nenhum tipo de dor de cabeça com fila, entrada e pagamento, existem outras opções melhores.

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