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Hambúrguer no vapor? É isso mesmo?

Estava bem curiosa para conhecer o Vapor burger & beer e experimentar um hambúrguer feito no vapor. Segundo o site, tudo é feito no vapor, inclusive as entradas e sobremesas.
Fui de Nacho Burger (entrecôte, queijo da casa, molho de tomate picante, nachos no pão de cebola – R$ 28). Outros pedidos da mesa foram: Duxelle (entrecôte, sautée de cogumelos, queijo da casa, molho de cebola no pão de brioche – R$ 30) e Australiano (entrecôte, mix de queijos, agrião, relish de cebola no pão australiano – R$ 29).
pão de cebola, nachos, molho picante de tomate, queijo da casa, burger de entrecoteOlha, eu curti, mas não amei. Sinceramente, senti falta de um gosto de chapa ou de fumaça, haha. Mas além disso, achei que a carne ficou pouco suculenta. Não sei se é possível escolher o ponto da carne, pois não perguntaram. E, não sei explicar, mas a carne se desfazia em pedações. Talvez por consequência do modo como é feito, mas estranhei um pouco. O sabor ficou por conta dos ingredientes mesmo. A combinação em si estava boa e o queijo da casa é demais!
O tamanho é compacto, nada desmoronando ou escorrendo pelo prato, tanto que, por default, ele é entregue sem garfo e faca. Dá para manter a classe.
A Prez acertou na escolha. Achou o Duxelle ‘com gostão de carne mesmo, não esses hambúrgueres prensados que é carne com papelão’, hahaha. Tive que manter as palavras originais. Mas o que a conquistou mesmo foi a mistura de cogumelos.
A Tereza, que foi de Australiano, achou o hambúrguer bem saboroso, a carne sequinha e saborosa. Ponto para a cebola que acompanha o hambúrguer.
Bom, eu acho que dei azar ou meu negócio é a chapa suja mesmo, hahaha. Resumindo, valeu a visita para conhecer a técnica. Acho que vale uma segunda tentativa para experimentar outras opções.

Vapor burger & beerRua Fradique Coutinho, 1464 – Vila Madalena

Mais hambúrguer!
Seu Oswaldo
Butcher’s Market
210 Diner
Burguer 3

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h3: Inovação no Fast Food

Acho que São Paulo, por mais que seja o centro gastronômico do Brasil, carece de mais inovação, principalmente no mundo da comida do dia-a-dia, refeições que custem no máximo 30 reais. Quem já foi a países desenvolvidos sabe que lá existem muitas opções que juntam o bom e barato. Por isso fiquei muito feliz em conhecer o h3, rede de fast food vinda de Portugal.

Na verdade eles se auto-entitulam um “not so fast” food. Pra mim é uma tremenda jogada de Marketing, convidando os clientes a saborearem o hamburguer de forma saudável e com garfo e faca, ao invés de devorarem um sanduíche com as mãos. Sem falar que é uma desculpa para qualquer atraso na preparação da comida.

A comida é um hamburguer de 200 gramas com diferentes coberturas e duas escolhas de acompnhamento, entre batatas em rodelas (fritas), arroz e salada. De sobremesa oferecem sorvetes artesanais. Pedi o h3 benedict (R$20), com ovo pochê, molho holandês e lasquinhas de bacon. A carne etava excelente, o arroz e a salada eram simples, mas temperados perfeitamente. E percebe-se que eles se preocuparam em usar ingredientes de primeira.

Com um chá com limão (R$3,50), a conta deu R$ 23,50. Fiquei apaixonado pelo lugar. Incrível como conseguiram misturar um menu minimalista, mas ao mesmo tempo bem atraente, com um processo simples e um tremendo Marketing. As praças de alimentação agradecem!

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