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Nunca é tarde: o polpettone do Jardim de Napoli

Finalmente, conheci o Jardim de Napoli no sábado passado. A caminho do local, lá pelas 13h, fiquei com medo da fila quilométrica que poderia pegar, mas acho que isso é mal de almoço de domingo, pois o restaurante até que estava tranquilo (= algumas mesas desocupadas).
Os garçons são muito atenciosos. O serviço é eficiente e rápido. O lugar tem cara de cantinão mesmo, para resumir a descrição.
O couvert é simples, composto de pães italianos e manteiga (R$ 7,00).
De prato principal, claro, pedimos o polpettone alla parmigiana (R$ 40,00) e conchiglione recheado de 4 queijos ao sugo (R$ 36,00) para dividir entre 2 pessoas. Como se vê na foto, parece uma coisa só de tanto molho. E é assim que eu gosto. MUITO molho, muito queijo, tudo boiando, haha.
Na verdade, eu não tenho muito parâmetro para polpettones, pois é um prato que peço pouco (= nunca) nos restaurantes italianos, mas tenho que dizer que achei esse muito bom. O que mais gostei foi da ‘casquinha’ crocante que fica por fora da carne.
Dá para comer bem, mas não se engane, não é aquela meeeega fartura a qual estamos acostumados em algumas cantinas. Uma carne + uma massa servem bem a um casal, mas vc não vai sair rolando ou levar marmita para casa.

Algumas considerações: eles não aceitam cartões Visa e o serviço de manobrista, que até então era gratuito, foi terceirizado e agora estão cobrando R$ 10,00.
Agora existe a versão ‘express’ da cantina no shopping Higienópolis (vi que vai abrir em algum outro, mas não lembro qual). Segundo a Lu, é a mesma emoção.

É uma ótima dica para o dia dos pais, só fico imaginando a fila de espera…

Jardim de NapoliR. Dr. Martinico Prado, 463 – Higienópolis

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Missão cumprida: conheci o acarajé!

Nesse calor infernal, nada mais apropriado do que comer… comida baiana! Sim, suicídio, mas há tempos queria experimentar o tal do acarajé, daí surgiu a oportunidade e fui.
O lugar sugerido pela Lu foi o Rota do Acarajé, um restaurante bem informal e descontraído, mais pra botecão mesmo.
Para começar, claro, pedimos o acarajé tradicional (para comer com a mão): bolinho frito de feijão fradinho recheado de vatapá, caruru, saladinha e camarões secos (R$ 9,00). Para completar, o pessoal ainda pediu escondidinho de carne seca (R$ 43,00, serve umas 3 pessoas), porção de mandioca frita (R$ 19,00) e eu pedi um cuscuz de camarão (R$ 12,40).
Não gostei muito do acarajé. Curti o bolinho (bem crocante), mas achei tudo meio sem gosto. Estava esperando algo forte, ardido, cheio de sabooor, mas não. Sei lá, acho que o tempero (no caso, a pimenta) fica por conta do freguês mesmo. Bom, o Arnaldo adorooou.
Gostei bastante do escondidinho. Bem servido, muita carne seca, muito purê e queijo. Boa pedida! A porção de mandioca tb estava gostosa, já o cuscuz estava meio sem sal.
O atendimento é bom e simpático!
Resumindo, não acertei muito nas minhas escolhas (e não desisto do acarajé, quero experimentá-lo em outros lugares), mas voltaria ao Rota para pedir as moquecas. Fiquei na nóia! Bom, fica para uma próxima vez!

Rota do AcarajéR. Martim Francisco – Santa Cecília

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