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Vai um chazinho aí?

Em outra visita ao Itigo Sake House, aproveitei para conhecer o Tea Connection, que fica na mesma rua.
Eu não sou mega fã de chás. Na verdade, não conheço muito, além dos comuns que vemos por aí. Mas, o lugar pareceu uma boa opção para fechar a refeição.
Nessa primeira visita, Arnaldo e eu pedimos 2 chás, mas depois de ver o bule, achamos que 1 só era suficiente para nós. Cada bebida veio com uma ampulheta e a atendente orientou quanto tempo deveríamos esperar pela infusão.
Para acompanhar, pedimos um cheesecake de frutas vermelhas. Gente, que delícia. Lindo, doce na medida, cheio de frutas, gostinho suave de limão.
Gostamos tanto que em menos de um mês voltamos ao local somente para isso. Nessa segunda vez, tb pedimos a Chocotorta que é bem gostosa, mas não bate o cheesecake. No começo é gostoso, mas depois vai ficando doce demais (tem doce de leite tb). Só desceu com café (sim, tb tem café na casa de chá, dã).
Na terceira visita, fui jantar com a Estela. Pedimos 2 sanduíches, um de frango e outro de filé (R$ 28,00 cada). Nada excepcional, só lembro que a cebola que vinha no recheio dos 2 sanduíches estava doce além da conta.
Para beber, pedimos iced tea, um de green melon e outro de laranja (R$ 7,50). Vinha com um iceberg de gelo, haha. Nem curti. Achei que tinha gosto de nada.
De sobremesa, quis variar e pedi a torta de limão. Não é ruim, mas não supera o cheesecake, definitivamente.
É isso. Gostei bastante do lugar. É uma boa opção para comidinhas, apesar de também servirem refeições.
Aquilo vive cheio! Nunca pensei que uma casa de chás faria tanto sucesso aqui!

Mais sobre chás no Tô com fome:
Chá Árabe Dançante 
Wong Lo Kat, o misterioso chá chinês
Off Topic – Bebidas

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Itigo Sake House: Um izakaya para newbies

Boteco Japa é conhecido como Izakaya. E em boteco japa não existe coxinha ou escondidinho, mas tb não tem temaki ou sushi.
Só existia Izakaya na liberdade e a maioria das pessoas tinha medo de conhecer pq foge do esquema rodizião japa.
Porém, Itigo Sake House é uma versão mais “user friendly” do que os Izakayas da liba. Localizado no Jardins, possui uma decoração clean e moderninha, com atendimento e cardápio em Português.

Nossos pedidos:

Hitokuchi Ceviche, de peixe branco sobre uma batata caramelizada. Gostei muito!

Lombo no Missô. Jussa achou muito gostoso, porém achamos que estava duro demais pra um lombo. E eu achei meio salgado, já que eu não pedi Gohan. E vem tão pouquinho…

Mini Okonomiyaki de frutos do mar. Eu só vi um camarãozinho… Meio miguelento, né? Mas mesmo assim, muito bom! Só acho que o do Izakaya Issa ganha!

Costela de Porco Apimentada: Melhor pedido da noite! Carne bem macia, praticamente descolando do osso. E é apimentado de verdade! Sensacional. Dá pra voltar lá de novo e pedir só esse prato e um gohan.

Pra beber, como não tenho parâmetro para sakes, pedi a versão degustação, que vem com 3 sakes diferentes. Muito fofo!

De sobremesa, um sorvete de gergelim. Eu estava com a expectativa bastante alta e fui decepcionada. Tinha pouco gergelim e o gosto de creme predomina demais!

Preços:

Ceviche R$18,50
Lombo: R$ 15,00
Okonomiyaki R$ 28,00
Costela: R$ 25,00
Sake: R$ 25,00
Sorvete: R$ 7,50

Conta final: R$ 145,20. Barato não é!

Endereço: Alameda Lorena, 871 – Jardins

Se você quer conhecer uma versão mais tradicional, conheça o Issa.

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Paris 6: Bistrô dos ricos e famosos

Vocês já devem ter ouvido falar do Paris 6. Bistrôzinho fofo/descoladex, com decoração que reproduz um pedacinho do charme de Paris (Pelo menos o que imagino que seja), no meio do agito do Jardins. Bastante frequentado por riquinhos e famosos, tanto que até no cardápio, os pratos levam nomes de artistas “pop” atuais. Ideal para ir com poucos amigos, ou de casal.

Dispensamos couvert e entradas e fomos direto pro prato principal.
Eu, que tenho uma obsessão por comida crua, não posso ver no cardápio um steak tartare e não pedir. Só que dessa vez pedi um que era selado, não totalmente cru, acompanhado de batatas fritas. Achei o sabor bom, melhor do que o que provei no Le Jazz, mas ainda prefiro a versão “não-selada”. E quer saber? Sempre acho pouca comida. Não tem jeito, sempre peço essas comidinhas sem “sustânça” e fico com fome!

A Jussa pediu um prato com carne e batata gratinada, que também não tinha nada de especial. Tanto que ela nem lembra mais disso!

De sobremesa, fomos de suflê e torta de chocolate. A torta era tão doce, que dava dor de cabeça. Para quem é muito chocólatra, seria sensacional. Pra mim, foi quase sofrido.

Como a casa é 24 horas, dá pra passar lá e matar a fome pós-balada. Se bem que no meu caso, não existe nada melhor do que um Mc Donald’s na madrugada. Jamais conseguiria descer um steak tartare pós-alcool!

Preços:
Refrigerantes por volta de R$ 6,00
Pratos por volta de R$ 45,00
Sobremesas por volta de R$19:00

Qto deu por cabeça? R$ 80,00.

Bottom line; O lugar é simpático e gostosinho, mas acho que não vale o preço.

Ps: As fotos estavam tão péssimas, que resolvi nem postar. Lugar escuro + camera de celular = FAIL.

Outros bistrôs:

Le French Bazar
L’Entrecôte de Ma Tante
Robin des Bois

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Update sobre o Squat Bar

Creio que este post vem em boa hora, já que estamos agora na época de comemorações de fim de ano. Há dois sábados atrás fiz uma festinha de despedida minha (vou parar de escrever por um tempo) e de um amigo no Squat Bar. A Tel já tinha escrito sobre o lugar, mas acho que dessa vez foi o teste final (foram 40 pessoas).

No geral, é quase perfeito para quem quer fazer um eventozinho e curte um eletrônico estilo house / lounge. O volume do som é moderado, exceto quando estå próximo a uma das caixas de som. O atendimento é excelente, com todos os atendente super atenciosos e simpáticos. O gerente me apresentou a casa alguns dias antes com bastante detalhe. A seleção de pratos é variada, mas não é excepcional. Muitos pediram comida e não houveram reclamações. Eu só experimentei o falafel, que é razoável, mas que a mim não lembra um falafel tradicional, Estava meio com cara de salada e sem o molho a base de iogurte.

Como a Tel bem já tinha apontado, o melhor da casa é a decoração. Um espaço pequeno que consegue ter vários ambientes, cheio de sofás. O mezzanino é dominado pelas mesas e o som do DJ é bem baixo, o que o torna bom para confraternizações variadas. Para quem quer algo mais happening, pode reservar um dos camorotes. Um fica um pouco mais isolado, no mezzanino. Os outros dois ficam  no ambiente principal, Um meio que se juntando com a galera da balada e outro mais ao canto, com decoração que se assemelha a uma sala de esta com tema retrô (inclui até uma televisão velha). Pegamos este último. Cada camarote custa R$ 400 e dá direito a 2 garrafas de Red Label ou Absolut, 6 energéticos e 10 VIPs. Um valor aceitável dependendo do número de pessoas.

OK, agora aos poucos pontos negativos. Passei o dia anterior ligando e mandando emails para passar a lista e ninguém respondeu. Fui receber uma resposta só no final do dia. Parece que foi um problema do dia, pois todos meus contatos anteriores tinham sido ótimos. Fica apenas uma pessoa na entrada registrando os visitantes, o que faz com que a fila na calçada se estenda até a esquina. A cada dez minutos alguém me ligava para dizer que a fila estava gigante e que tinha uns bofes furando a fila. Acho que eventualmente desistiram de checar quem estava na lista e quem era VIP. Aconteceu que os VIPs acabaram não entrando VIP. O gerente disse que era só passar no caixa para acertar o cartão, mas quem tinha paciência para isso? No final, reclamei e consegui um desconto de 10% no camarote. Outro ponto menor é que faltou energético no meio da noite, mas repuseram o estoque um certo tempo depois.

Em resumo, o lugar é muito bom, mas se quer fazer algo no final de semana (bem mais cheio) e o teu plano é não ter absolutamente nenhum tipo de dor de cabeça com fila, entrada e pagamento, existem outras opções melhores.

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Kiichi, rodízio japonês

Sempre que eu passava em frente ao Kiichi do Jardins ficava com vontade de ir. Mesmo sabendo que restaurante japonês + decoração moderninha + rodízio = Comida fraca e invenções abrasileiradas, eu fui.

Sábado, casa cheia. Quis sentar no andar de cima, mas o único lugar disponível era uma mesa ao lado da cozinha. Já fiquei meio decepcionada e pedi 2x para avisarem quando vagar alguma outra mesa, mas nunca lembraram disso. Passamos a noite na mesa ruim.

Fomos de rodízio (R$ 39,50) e começamos com shimeji na chapa. Exageraram um pouco no sal, mas estava OK. Porçãozinha de gyoza na versão pastel, que eu odeio. Sabe, quando é inteiro frito e não na chapa? Harumaki também nada surpreendente.

Pedi um temaki de atum, que chegou com o peixe bem moído. Prefiro pedaços mais consistentes de atum. Depois veio aquele bandejão de sushis e sahimis que eu tenho um pouco de pavor. Sempre existe alguma invenção sem pé nem cabeça, mas no caso do Kiichi até que não tinha nada muito esdrúxulo. O sashimi estava com um corte bom pra um rodízio, mas estava meio quente. Gosto de peixe mais geladinho. Experimentei um pouquinho de tudo e nem me animei de pedir alguma repetição.

No fim, o maior problema nem foi a comida e sim o atendimento. Demoram mil anos para te atender, quando você faz o pedido ele esquece, ou vem errado. Pedimos missoshiro e nunca chegou. Eles não informam todos os itens que vem no rodízio, não foi entregue nenhum papel com as opções. Só vi isso no fim, qdo descobri que tinha ceviche no rodízio, que nem sequer ofereceram.

Bottom line, Kiichi #FAIL. Se custasse metade do preço, ou se fosse almoço (Sou mais tolerante com almoços), eu teria achado menos mal.

Endereço: Alameda Lorena, 138 – Jardins

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Curte falafel? Conheça o Falafa bar & deli

Dia desses, conhecemos o Falafa bar & deli, um bar que serve algumas especialidades árabes (tendo o falafel como estrela do cardápio) e sanduíches americanos típicos das delis.
O lugar é pequeno, escurinho, bem simpático. Parte do cardápio fica escrita na parede de lousa (gosto disso).
Para começar, pedimos uma porção de batatas fritas (R$ 10,50). Crocantes, sequinhas, gostinho suave de alho. Peça, vale a pena, apesar de o bar ser especialista em outra friturinha.
Pedi o Falafel Guaca: sanduíche no pão pita com falafel, alface, guacamole, tomate, cebola, pimenta (não ardida) e queijo (R$ 19,00).
Estela foi de Falafel Tokio: falafel, shitake ao shoyu, broto de feijão, cebolinha e tahine wasabi (R$ 20,00).
O sanduíche que pedi tem um toque mexicano, como deu para perceber. É recheadão, bem temperado, o falafel é crocante e sequinho.
Só é difícil de comer. Vc nem sabe por onde (e como) começar. Imagina comer um sanduíche em que o pão é fino e, dentro dele, há uns 3, 4 bolinhos? É como comer um beirute de almôndegas com a mão. Dependendo do recheio, desmorona mesmo! Eles sabem disso, tanto é que cobram um pouco mais para servirem no prato.
De sobremesa, pedi Nuvem de Limão (R$ 9,50), um mousse de limão beeem levinho, suave e muito gostoso!
Curti o lugar, voltaria fácil. A Estela gostou do conceito, mas disse que a comida não é a praia dela.
É, realmente não tem jeito. Se vc curte comida árabe, é uma boa opção. Se curte falafel, é uma ótima opção. Agora, se vc não curte nada disso, dá para tentar os sanduíches americanos, que parecem bons tb.

Falafa bar & deli – R. Padre João Manuel, 730 – Jardins

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Restaurant Week Preview: Chakras!

Eeee mais um Restaurant Week começa hoje.. Sábado no almoço rolou um preview no Chakras. Dica do Eric, que já aproveitou a semana passada para experimentar vários. Ou seja, ele ajudou a dar uma pré-selecionada.

Eu nunca fui, mas a Carol, que me acompanhou, já é habitué. Liguei para reservar e fui bem atendido, mas talvez não dê para reservar durante o RW. O evento só ocorrerá nos almoços.

De cara o que chama a atenção é o ambiente. Super aconchegante, com um primeiro ambiente fechado e um segundo aberto, ao bom estilo quintal chique. No mezanino existem uns sofás mega amplos, que mais parecem umas camas. A decoração traz alguns temas orientais, apesar da comida ser contemporânea. Se de dia é agradável, de noite deve ser bem modernoso (veja fotos no site). O teto é retrátil para os dias de chuva. comentário da Carol, as mesas não são próximas umas às outras, o que traz mais privacidade. OK, vamos à comida.

Salada de folhas verdes com palmito pupunha e vinagrete de amoras – O molho é bem interessante, mas salada sempre vai ser salada.

Creme de zucca com queijo chevres e azeite de manjericão – é pequeno, mas muito bom. Recomendado.

Bife de ancho com batata ao forno e molho de ervas aromaticas – pedimos o mesmo prato principal, mas acho que foi a decisão certa. A carne estava ótima, até com a quantidade correta de gordura. E combinação com as batatas e o molho, perfeita.

Morangos flambados no limoncello e sorvete de baunilha – bom, mas não me chamou muito a atenção.

Musseline de chocolate com creme inglês – muito bom! É um mousse de chocolate mais consistente.

Por R$12 você bebe uma taça do vinho da casa. O Malbec é suave e gostoso, o Chardonnay bem seco.

O atendimento variou entre o excelente (o garçom kung fu master) e o um pouco vacilante (o garçom discípulo).

A conta para dois foi R$117. Saiu mais caro por causa do vinho, mas mesmo assim valeu a pena, pois é um restaurante onde normalmente não se gasta menos de 100 reais por cabeça.

Endereço: Rua Melo Alves 294 – Jardins – Tel: 3062-8813

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