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Tô com Fome no Benihana SP

Confesso que nunca tinha ouvido falar do Benihana. Com a curiosidade de conhecer o novo restaurante, descobri que trata-se de uma rede americana especializada em teppanyaki.
Show no BenihanaO restaurante acabou de abrir em SP e só conseguimos mesa fazendo reserva uns 4 dias antes. Aliás, o processo de reserva funciona muito bem. Já no telefone, me perguntaram se alguém tinha restrição a algum alimento e, para minha surpresa, essa informação foi levada até à mesa!
Quando chegamos ao local, uns 10 min. antes da reserva, fomos surpreendidos por uma série de regras. Tolerância de 15 min., só podíamos sentar quando todos já tivessem chegado, atrasados não podiam fazer pedido depois de iniciada a preparação da comida. E, depois, a gente não entendeu o pq de tudo isso, pois levamos bastante tempo para ser atendidos na mesa. Bom, sei lá, deve ser algum esquema que a gente não entendeu. O serviço estava muito atrapalhado.
Ao redor da chapa, sentam-se, umas 8 pessoas. Se vc estiver em grupo menor, vai ficar com desconhecidos e a comida será feita na mesma chapa.Preparação do teppanyaki Samuel foi de Imperial Steak (bife de chorizo, cogumelos, R$ 79), pedi Samurai Treat (filé mignon, camarões, R$ 81) e Estelis, o Hibachi Chateaubriand (filé mignon, cogumelos, manteiga de alho, R$ 75). Todos acompanham sopa de cebola (gostosa), salada, camarão aperitivo, abobrinha, cebola, arroz e 2 molhos, gengibre e mostarda (incríveis). Dependendo do menu, tem sorvete. Yakimeshi soma mais R$ 5,5 por pessoa.
Quando os cozinheiros começam a preparar a comida, é um show a parte. É fogo na cara, ovo voando, espátulas e garfos girando. E alguns ainda te chamam para participar.
O menu é farto. O teppan fica bem diferente do servido no Shintori. Aqui, é mais ogro, mais temperado, usa MUITA manteiga, sal, fica gordão mesmo, o que não é ruim, mas pode não agradar os mais tradicionais, hehe.
O lugar é muito barulhento. Com os shows, então, as pessoas se alteram empolgam e gritam mesmo. Aliás, para falar com seu amigo, é preciso gritar. Cansa.
Resumindo, gostei bastante, mas rola uma preguiça de repetir o programa, pelo menos por agora, já que o lugar está um caos. É um programão para ir com a família e amigos.
Legal que as pessoas passam a conhecer uma parte da culinária japonesa, além do peixe cru, né? Coisa difícil de explicar pra quem não está acostumado.

BenihanaR. Amauri, 517 – Itaim Bibi

Além do sushi e sashimi:
Izakaya Issa
Ajissai
Mugui
Porque Sim

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Restaurante Chacrinha no Guarujá

No feriado do aniversário de SP fomos pro Guarujento. E mesmo com medo da contaminação maluca que assola a cidade, somos gordos corajosos e fomos comer fora.

O escolhido foi o Restaurante Chacrinha que fica na rua da praia, entre o Casa Grande e a Brunella. Eu não sei se é novo, mas eu nunca tinha reparado nesse restaurante. Ele é bem bonitinho, um rústico arrumadinho. Possui uma area externa e outra interna com ar-condicionado. Como ar condicionado na praia é vida, ficamos lá dentro mesmo.

Mortos de fome, pedimos de entrada casquinha de siri. Custava R$ 12,00 e não tinha nada demais. Não foi o melhor nem o pior que já comi.

De prato principal, pedimos um com molho de camarão e uma moqueca de camarão. Estávamos em 5 pessoas e serviu bem. O peixe era carnudinho e saboroso. E o camarão da moqueca estava gordinho e fresco. Única coisa que decepcionou foi o pirão, que estava com gosto de nada.

Na verdade não tem nada de emocioanente o restaurante. É uma opção boa e bonitinha, que não custa os zóio da cara. O ruim é que eles cobram couvert. E eu odeio alguem cantando na minha orelha enquanto como. Valor final por cabeça: R$ 55,00.

Endereço: Av. Miguel Stefano, 2.635 – Enseada – Guarujá (Estacionamento conveniado ao lado: R$ 5,00)

Mais restaurantes do Guarujá:

Dalmo Bárbaro: frutos do mar bem servidos
Rufino’s no Guaru

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E finalmente, conhecemos o La Mar!

Pra fechar o ano com chave de ôro, fomos ao La Mar. A expectativa era grande, fazia tempo que a gente queria ir lá.
O lugar é bem bonito, tem pé direito alto, é moderninho. Antes de ir, a Estelis achou que o lugar era típico de jovens-descolados, mas a gente viu um público bem variado.
O couvert é composto de um ‘balde’ de batatas (e banana?) chips finiiinhas, acompanhado de 3 molhos. Pedimos a degustação de 4 tipos de ceviches (R$ 49,00) e Piqueos Quentes (R$ 58,00), prato com chicharron (peixe e lula fritos), vieira à la Parmesana, camarão laqueado e anticucho (espeto de polvo na brasa com chimichurri e batata). Bom, eu não curto peixe cru, mas dei uma beliscada nas lulas e nas cebolas dos ceviches. Gostei, mas realmente não é dos meus pratos favoritos. A Estelis gostou mais do ceviche tradicional e não das versões com leite.
Dos pratos quentes, gostei de tudo, mas pensei que os temperos seriam mais marcantes. O peixe e a lula fritos não surpreenderam. O camarão e o espeto de polvo realmente estavam gostosos. Gostei bastante da vieira, mas achei que o parmesão encobriu um pouco o sabor do bichinho.
De sobremesa, pedi um suflê de chocolate com sorvete de maracujá e banana (R$ 23,00). O suflê estava bem bom, principalmente a casquinha de coco que envolvia o bolinho, mas gostei mesmo do sorvete! Pena que era uma bola pequena.
O atendimento foi bom. O garçom que nos atendeu era muito simpático, preocupado, sem ser chatão.
É, a experiência não foi incríííível, mas ainda deixou uma vontade de voltar, principalmente pq os pratos principais parecem muito bons. Dessa vez, a gente só ficou nas entradinhas para tentar provar de tudo um pouco, mas realmente não dá.

Atualizado: uma moça do La Mar me ligou no dia seguinte à visita, perguntando se eu havia gostado da experiência. Fui sincera e ela me deu a dica do almoço executivo para ter mais contato com a variedade dos pratos. Achei muito gentil! Tá anotado!

La Mar CebicheríaR. Tabapuã, 1410 – Itaim

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Gosta de tapas espanholas?

Outro dia andando lá na Joaquim Távora, resolvemos entrar pra conhecer o restaurante Calà del Grau, um restaurante espanhol pequenino e quase imperceptível na rua cheia de bares. O ambiente é tranquilo, um tanto quanto tradicional, mas bem agradável relaxante. Bom para ir de casal, mas sem ser 1st date.

Eu nunca tinha ido num restaurante espanhol e tampouco conheço a Espanha. Portanto, ao abrir o cardápio, várias dúvidas surgiram. O que são “Tapas”? Foi a primeira pergunta. Descobri que são tipo entradinhas, uns belisquetes diferentes. Tudo parecia muito bom e interessante e a gente não conseguia se decidir. O garçom muito simpático com um sotaque espanhol sugeriu que pedíssemos 3 tapas para dividirmos, assim não precisaria pedir prato principal. Resolvemos ser gordas e pedimos 2 tapas e um prato principal para dividir. Estávamos em duas.

A primeira opção que me chamou a atenção foi o Ceviche, e a Kojo pediu Lulas en su Tinta. Cada entradinha custava em torno de R$ 20,00. O ceviche me decepcionou um pouquinho. Eu estava esperando uns pedações de peixe, um pouco mais “cru” e mais azedo. Mas em compensação, a lula feita em sua própria tinta me surpreendeu! O prato veio pretão e fumegante. Eu nunca tinha provado lula assim e adorei! Tem sabor bem forte e concentrado. Sensacional!

Ceviche

Ceviche

Lulas en su tinta

Lulas en su tinta

Para completar, pedimos um espaguete ao vinho branco com mariscos. Estava muito bem servido de mariscos, apesar de achar que eles estavam pequeninos demais. O prato serviu bem nós 2 que já tínhamos nos empanturrado de tapas. Nessa hora bateu um pequeno arrependimento de não ser seguido a sugestão do garçom. heheh

Espaguete ao vinho branco

Espaguete ao vinho branco

A conta deu quase R$ 40,00 para cada uma, considerando que não pedimos vinho ou sangria para acompanhar as comidinhas. Preço justo e comida muito boa! Para quem gosta de frutos do mar, sabores fortes, porções justas e preços razoáveis, é o local perfeito!
Fiquei com vontade de voltar para provar as Paellas, algumas delas têm que ser reservadas com antecedência e servem umas 15 pessoas!

Endereço: Rua Joaquim Távora, 1266 – Vila Mariana

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PF na Vila

Uma dica aos que vão para Ilhabela:
Se por acaso um dia você for parar em Ilhabela e o dinheiro não estiver nascendo em árvore, aconselho passar lá no restaurante Cheiro Verde para comer um PF caprichadaço.
Acho que são uma meia duzia de pratos diferentes por dia, todos custando em média R$ 14,00. E a porção vem super bem servida. Comida caseirinha, bem gostoso! Dizem até que o Amyr Klink come por lá. Eu nunca vi. Se bem que eu acho que não lembro mais como é a cara dele.
Endereço: Rua da Padroeira 109, na vila – Ilhabela
Restaurante com excelente comida caseira e barata, frequentado por velejadores, como Amyr Klink

Uma dica  aos que vão para Ilhabela (Tudo bem, sei que tá frio e não dá praia. Mas vai que alguém precisa…):

Se por acaso um dia você for parar em Ilhabela e o dinheiro não estiver nascendo em árvore, aconselho passar lá no restaurante Cheiro Verde no centrinho, para comer um PF caprichadaço.

Acho que são uma meia duzia de pratos diferentes por dia, todos custando em média R$ 14,00. E a porção vem super bem servida. Comida caseirinha, bem gostoso! Dizem até que o Amyr Klink come por lá. Eu nunca vi. Se bem que eu acho que não lembro mais como é a cara dele.

Endereço: Rua da Padroeira 109, na vila – Ilhabela

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Você sabe o que é o Hot Pot?

Outro dia desses foi o aniversário da minha mamãezinha. E para poupá-la da cozinha nesse dia, resolvemos levar ela pra jantar no China Lake, o restaurante clássico dos chineses para casamentos (sim, nós casamos em restaurantes) ou quando você quer convidar alguma familia para jantar e quer fazer bonito. O ambiente é um chique clean. Alguns toques orientais sem parecer que a china explodiu lá dentro, e não entra na categoria de restaurante chinês baratinho. Mas, tava friozinho e meu irmão estava louco para comer “Huo Guo”, ou “Hot Pot” para os chineizinhos americanizados.
O Hot Pot é tipo um sukiyaki, mas é mais ensopado. Eles colocam um fogareiro na mesa e um panelão de sopa. Essa panela normalmente tem uma divisória no meio, para pessoas que querem metade da sopa apimentada e a outra metade não. Dentro dessa sopa você vai cozinhando os ingredientes crus disponíveis. Lá no china lake, é como um buffet. Os ingredientes ficam numa mesa enorme no salão e você vai pegando tudo que der vontade e qtas vezes quiser: Camarões, lulas, lagostim, carangueijo, carne de porco, carne de vaca, carneiro, cogumelos, mil tipos de verduras, bolinhas de peixe, kani, macarrõezinhos, bifum e etc. A variedade é grande.
Como comer:
A a gente pega uma tijela, quebra um ovo cru, coloca uma colherzona de um molho chamado “Sa Tsa”, que eu já vi muita gente chamando de molho Barbecue e eu não sei porque. O gosto não tem nada a ver. A cor é similar, mas o barbecue é doce e o “Sa Tsa” é meio apimentado e salgado. Enfim… bate o ovo, o molho sa tsa e um pouco de shoyu numa tijela e voilá! Qdo as coisas que você colocou na panelona estirevem cozidas, molhe no molho e coma. E não fica torcendo o nariz pro ovo cru não. Nem fica com gosto ovo. Bom, mas se você realmente tem um nojo absurdo, não é obrigado também. Existem umas 4-5 opções de molhos pra você escolher. E se mesmo assim não gostar de nada. Fique no shoyu mesmo.
Preço do Hot Pot: R$ 45,00 por cabeça. Não é muito baratinho, mas você come até explodir. E para não fugir da regra da sobremesa clássica, nesse valor está incluso a melancia. =)
Se você quiser saber como funciona o China Lake a la carte, leia esse post:

Outro dia desses foi o aniversário da minha mamãezinha. E para poupá-la da cozinha nesse dia, resolvemos levá-la pra jantar no China Lake, o restaurante clássico dos chineses para casamentos (sim, nós casamos em restaurantes) ou quando você quer convidar alguma familia para jantar e quer fazer bonito. O ambiente é um chique clean. Alguns toques orientais, sem parecer que a china explodiu lá dentro. Portano, já dá pra imaginar que ele não entra na categoria de restaurante chinês baratinho. Mas, tava friozinho e meu irmão estava louco para comer “Huo Guo”, ou “Hot Pot” para os chineizinhos americanizados.

chinalake_0649O Hot Pot é tipo um sukiyaki, mas é mais ensopado, perfeito pro inverno. Eles colocam um fogareiro na mesa e um panelão de sopa. Essa panela normalmente tem uma divisória no meio, para pessoas que querem metade da sopa apimentada e a outra metade não. Dentro dessa sopa você vai cozinhando os ingredientes crus disponíveis. Lá no china lake, é como um buffet. Os ingredientes ficam numa mesa enorme no salão e você vai pegando tudo que der vontade e qtas vezes quiser: Camarões, lulas, lagostim, carangueijo, carne de porco, carne de vaca, carneiro, cogumelos, mil tipos de verduras, bolinhas de peixe, kani, macarrõezinhos, bifum e etc. A variedade é grande.

Como comer:

A a gente pega uma tijela, quebra um ovo cru, coloca uma colherzona de um molho chamado “Sa Tsa”, que eu já vi muita gente chamando de molho Barbecue e eu não sei porque. O gosto não tem nada a ver. A cor é similar, mas o barbecue é doce e o “Sa Tsa” é meio apimentado e salgado. Enfim… bate o ovo, o molho sa tsa e um pouco de shoyu numa tijela e voilá! Qdo as coisas que você colocou na panelona estirevem cozidas, molhe no molho e coma. E não fica torcendo o nariz pro ovo cru não. Nem fica com gosto ovo. Bom, mas se você realmente tem um nojo absurdo, não é obrigado também. Existem umas 4-5 opções de molhos pra você escolher. E se mesmo assim não gostar de nada. Fique no shoyu mesmo.

Preço do Hot Pot: R$ 45,00 por cabeça. Não é muito baratinho, mas você come até explodir. E para não fugir da regra da sobremesa clássica, nesse valor está incluso a melancia. =)

Endereço: R. Marechal Deodoro, 525 – Santo Amaro.

Se você quiser saber como funciona o China Lake a la carte, leia esse post: Chineses: Chique VS Chique

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Dalmo Bárbaro: frutos do mar bem servidos

ScreenShot050Era mais um sábado nublado em Guarujá e eu estava sozinho com a minha kerida sem nada para fazer. O que um casal faz na praia de noite em um dia chuviskento? Come. hihihihi

Fomos ao Dalmo que fica entre o Il Faro e o Rufinos lá na Enseada. Sentamos na varanda externa para apreciar o mar e para abrir o apetite pedimos um whisky (chivas, R$18,00) e uma batida de côco (R$15,00) que, de acordo com a minha kerida, estava maravilhosa – eu achei um pouco doce, mas reconheço que a batida funcionaria melhor que  “uma mentinha” hihihi, a Estela entederá esta piada interna.

O couvert (R$12,00, cobraram só um) que estava muito bom chegou rápido: um caldo de peixe pra cada com pão frances com manteiga e alho na chapa. Pedi uma casquinha de siri (R$13,00) que estava razoável, veio uma camada gigante de catupiry gratinado por cima que não me apeteceu muito – se você ama catupiry, vai curtir.

Como somos pessoas lights, pedimos uma meia salada mista (R$36,00 – R$49,00 a inteira) que estava muito boa, o palmito estava fatiadinho como se fosse um macarrão… Quase pedimos uma salada inteira, mas o garçom interviu e falou que era muito… Bem, realmente a meia salada deu 3 pratos forrados de verduras e ainda sobrou.

Como prato principal pedimos meia moqueca de camarão (R$72,00 – inteiro era R$116,00) que veio com 5 camarões rosas muito bem feitos e caldo consideravelmente leve,  para moqueca. Fomos bem felizes na escolha do prato.

Pra fechar pedi um expresso que estava horrível (deve ser aquelas maquininhas automáticas de café), mas esse detalhe não conseguiu nem arranhar o simpático atendimento e a comida bem feita. 

Curiosidades
–  No verão o couvert deles é camarão sete barbas frito, o garçom até se ofereceu a pedir pro cozinheiro fritar para nós mas eu já estava explodindo. 
–  O camarão na moranga e o marisco lambe-lambe são muito bons, vale a pena provar.
– Os pratos são bem servidos e porções inteiras satisfazem tranquilamente 3 pessoas e pelo que descobri, a salada inteira deve servir umas 5…
– Há mais uma unidade na Rio-Santos perto de Bertioga, mas nunca fui lá… 

Endereço: Guarujá, Av. Miguel Stefano, 4751

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