Posts Marcados japones

Kiichi, rodízio japonês

Sempre que eu passava em frente ao Kiichi do Jardins ficava com vontade de ir. Mesmo sabendo que restaurante japonês + decoração moderninha + rodízio = Comida fraca e invenções abrasileiradas, eu fui.

Sábado, casa cheia. Quis sentar no andar de cima, mas o único lugar disponível era uma mesa ao lado da cozinha. Já fiquei meio decepcionada e pedi 2x para avisarem quando vagar alguma outra mesa, mas nunca lembraram disso. Passamos a noite na mesa ruim.

Fomos de rodízio (R$ 39,50) e começamos com shimeji na chapa. Exageraram um pouco no sal, mas estava OK. Porçãozinha de gyoza na versão pastel, que eu odeio. Sabe, quando é inteiro frito e não na chapa? Harumaki também nada surpreendente.

Pedi um temaki de atum, que chegou com o peixe bem moído. Prefiro pedaços mais consistentes de atum. Depois veio aquele bandejão de sushis e sahimis que eu tenho um pouco de pavor. Sempre existe alguma invenção sem pé nem cabeça, mas no caso do Kiichi até que não tinha nada muito esdrúxulo. O sashimi estava com um corte bom pra um rodízio, mas estava meio quente. Gosto de peixe mais geladinho. Experimentei um pouquinho de tudo e nem me animei de pedir alguma repetição.

No fim, o maior problema nem foi a comida e sim o atendimento. Demoram mil anos para te atender, quando você faz o pedido ele esquece, ou vem errado. Pedimos missoshiro e nunca chegou. Eles não informam todos os itens que vem no rodízio, não foi entregue nenhum papel com as opções. Só vi isso no fim, qdo descobri que tinha ceviche no rodízio, que nem sequer ofereceram.

Bottom line, Kiichi #FAIL. Se custasse metade do preço, ou se fosse almoço (Sou mais tolerante com almoços), eu teria achado menos mal.

Endereço: Alameda Lorena, 138 – Jardins

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Barzito Japonês: Izakaya Issa

Numa terça-feira, dia que normalmente não tem nada pra fazer, fomos conhecer o Izakaya Issa. No caminho, já recebo um sms de uma amiga que já estava lá: “Abri a porta e entrei no Japão”.

Realmente… o lugar é bem tradicional, pequenino e sem modernidades. Só existem 3 mesinhas baixas que comportam 4 pessoas, uma salinha mais privada que cabem umas 10 pessoas (creio eu) e mais uma meia dúzia de lugares no balcão. Nós fomos em 5, o que foi um número meio infeliz. Acabamos nos apertando na mesinha para 4. Agora que o lugar tá pop (Tem até twitter! @izakaya_issa), procure chegar cedo pra conseguir mesa.

O cardápio é bem variado… Sem conhecer o mínimo de comida japonesa, fica difícil… Mesmo acostumados com comida japonesa, tivemos que recorrer ao google algumas vezes. A tia que atende até tenta ajudar, mas dá vergonha de perguntar toda hora. Um app de iPhone seria muito útil nessa hora.

Queríamos abrir a noite com o Takoyaki, mas a pessoa que fazia Takoyaki (bolinho de polvo) estava ausente. Então, pedimos o Okonomiyaki:

Eu não consigo nem explicar direito o que é. Uma gororoba grelhada, com frutos do mar, carne e repolho, misturado com muita maionese e sapicado com flocos de peixe seco. Parece nojento né? Mas é muito bom, de verdade. Só de escrever esse texto já me deu vontade de voltar.

Queriamos também o Sugaki, uma saladinha de ostras frescas, mas tb não tinha. Para satisfazer a nossa vontade por ostras, a tia nos sugeriu Kaki Sakamushi, que são ostras a vapor:

Estava bom, mas quem come ostras há de concordar comigo que não existe nenhuma maneira de cozinhar ostras que ganhe de oscas fresquinhas.

Tempura misto:

Nos empolgamos e pedimos um Chawan Mushi para cada pessoa… Sopinha de ovo a vapor, com frutos do mar e cogumelos:

Fica quase que na consistência de um pudim. O sabor é suave e estava muito bom, mas não ganha do Pub Kei que fica no Top Center.

Shogayaki – Fatias de filé de porco com molho de gengibre:

Macio, gostosinho, com gosto de feito em casa pela mãe.

Shoyu Lamen para os que não gostam de nada muito fora do default:

Pra acompanhar tudo isso, muito sochu (uma espécie de aguardente japonesa) e cerveja.

Porta copos de crochê… Muito de batchanzinha fofa.

A comida é boa, bem feita, mas não é mágica. O atendimento também não é dos melhores… A demora é constante. Mas a casa tem um ar aconchegante e diferente. Dá impressão que você está na casa da vovó, mesmo eu não tendo parentes japoneses. Impressão de estar no Japão, apesar de nunca ter pisado no Japão.

Conta:

Ps: Vá com uma meia bonitinha… Precisa tirar o sapato para sentar nas cabininhas.
Ps2: Já está aceitando cartão de débito. Mas na dúvida, leve dinheiro.

Endereço: R. Barão de Iguape, 89 – Liberdade

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Sukiya: Fast Food japonês

Meses atrás fomos lá conhecer o Sukiya, mas devido à minha falta de foco, o post tá saindo só agora.

O Sukiya é uma rede de fast-food do Japão. E essa unidade aberta na Liberdade em março desse ano foi o 1o da rede localizada fora do Japão. Por causa disso, no mês da sua inauguração só se ouvia falar deles na colônia japa.

O ambiente é limpo e bem iluminado, bem cara de lugar pra comer e sair andando. Dá pra comer num balcãozinho, mas existem também muitas mesas. É confortável, mas não a ponto de você querer ficar lá a noite inteira batendo papo.

A casa é especializada em Gyu-don (arroz com carne) e curry, que são pratos populares no dia-a-dia dos japinhas. Nessa altura do campeonato, vocês já devem saber que os japoneses não vivem de pêxe cru diariamente, né? Então não vá aparecer no restaurante esperando comer um sushizinho, pq não tem!

Nós pedimos 2 pratos pequenos pra provar (R$ 6,00). Um com Gyu-don e outro de curry. Fato esquisito foi que chegou no prato. Onde já se viu comer com hashi num prato? Esquisito. Outro problema foi o Curry ter vindo com feijão, para se adaptar ao paladar do brasileiro!!! Eu até entendo a iniciativa, mas custava então deixar uma opção sem feijão para os que não querem a versão abrasileirada do carê? No fim das contas, o sabor era OK.

Pedi também o Tonjiru, uma sopinha de carne de porco. Bem gostosinho, com sabor forte. Pode não agradar aos menos aventureiros.

Pedi também uma porçãozinha de frango frito e de Kimchi. Gostosinho, mas nada impressionante. As porçõezinhas giravam em torno de 3 reais.

Conclusão: É um PF japonês. Só vale a pena se você trabalha por perto ou está passando por ali e quer um lugar pra comer que seja rápido e barato.

Ps: Na época eles não tinham estacionamento, o esquema foi parar o carro no Mc Donalds na migué.

Endereço: Rua Vergueiro, 72 – Liberdade

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Hinodê, um japa sem surpresas

Num domingo de indecisão sobre onde comer na Liberdade, fomos parar no Hinodê. A casa é bem tradicional e possui decoração bem japinha. Nada especial, mas acho que é pq estamos já meio acostumados com esse mundo japa da liberdade. O local possui até salas privadas com tatame, mas p/ sentar lá custava 10 reais a mais. Resolvemos ficar pelo salão mesmo, que estava vazio.

Para 4 pessoas, pedimos 2 Teishokus, que é um PF combinadão de entradinhas, pratos frios (Sashimis) e pratos quentes (tempurá, peixe grelhado, etc). Tudo em porçõezinhas pequenas, mas com bastante variedade! Serviu bem e saímos satisfeitos. Cada combinado que dá pra 2 pessoas custa por volta de R$ 70,00.

Teishoku hinode

Hum… Adoro esse nabo em conserva amarelo-radioativo.

Não tem muito o que falar. A conta por cabeça no final saiu R$ 50,00. Não é muito barato, mas é um japa default bom, tranquilo e sem surpresas.

Endereço: R. Tomás Gonzaga, 62 – Liberdade

Demais restaurantes da mesma rua:

Teishoku, onegai shimasu!
Yamaga, japonês tradicional na Liba
Mais lamen!
Porque não o Porque Sim?
Chinês Top 1 2008, até o momento.

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Meu Sushi: Sushi que é a sua cara

Logo que entrei no Meu Sushi, achei o lugar bem fofim. É moderninho, colorido, bonitinho. Total restaurante japonês para gaijins.
O restaurante segue o conceito de comida rápida e saudável. A idéia é que vc possa sair andando com seu bento (a marmita japa) na mão, mas a gente preferiu ficar no salão mesmo.
Lá, vc pode escolher entre os diversos combinados de sushis, de acordo com seu ‘estilo’ (Esporte, Veggie, Nada Cru e por aí vai), em 2 versões: individual (por volta de 15 sushis) e duplo (por volta de 30).
Se vc não curtir as sugestões da casa, pode montar sua combinação (R$ 37,00). Achei o esquema meio complicado. Poderia ter um papel em que vc pudesse ir marcando os sushis que quer, ao invés de ficar falando para o garçom ‘quero 3 disso, 2 daquilo’.
O atendimento é meio confuso. Nem o cara sabia responder às nossas perguntas e a moça fazia o tipo amiga-querida mala.
Quinze sushis podem parecer muita coisa, mas não se engane, eles são bem pequenos. Não há nenhum sushi anormal, só algumas invencionices, como o de shimeji.
A comida estava gostosa e bem feita, mas sem muitas surpresas.
Gostei do conceito e do lugar, mas achei caro para comer somente sushis, ainda mais se vc pensar que, por um pouco mais, dá para ir a um rodízio bonzão e comer de tudo.
Detalhe para os hashis que vêm em caixinhas. Muito simpático!
Tem pratos quentes tb, como yakisoba, soba, teppan; além de algumas entradas, como guioza, robatas, shimeji etc.

Meu SushiAl. Campinas, 1179 – Jardim Paulista

Mais japas:
Flying Sushi, o Japonês Injustiçado
Carê house acabou, mas ainda temos o Pub Kei
Teishoku, onegai shimasu!
Yamaga, japonês tradicional na Liba

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Flying Sushi, o Japonês Injustiçado

Nessa quinta merecia ir almoçar num japonês. Poxa, depois de “pedalar” a semana inteira. Galera até estranhou minha vontade. Foi a segunda vez que fomos ao Flying Sushi de Santana. Como da primeira vez, chegamos com o lugar às moscas. Isso que eram umas 12h30. Sentamos até na mesma mesa e a garçonete olhou pra mim com um sorriso de “Eu te conheço!”.

O rodízio (R$30) é simples, com rolinho primavera, gyoza, shimeji, bolinho de peixe, tempurá, salmão grelhado e sushis variados, mas a qualidade é boa. Principalmente o sushi, que vem razoavelmente bem cortado, o peixe é fresco e o arroz não é Tio João. O temaki de salmão vem com a alga crocante :D. Você tem que pedir para trazerem o wassabi e o gengibre, mas perdoamos.

Para sobremesa tem (pasmem) rodízio de Häagen-Dazs por R$10, mas só vale para quem comeu o rodízio. Isso é tortura ou não? Você, já precisando desabotoar a calça de tão cheio, fica se perguntando, será que cabe mais um sorvetinho? A atendente simpática até veio de novo com seu sorriso perguntar pra mim se eu iria querer. Ela lembrava que da outra vez eu resolvi tomar só depois que todos já estavam tomando.

Eu achei que, por R$40, o restaurante vale a pena, mas durante todo o almoço só apareceu mais um casal. Quem vê cara de restaurante de franquia, não vê coração de comida boa. Visitem o japonês pra ele não cometer harakiri.

Sobre as franquias, muitas vezes é justificável a desconfiança das pessoas. Também fui ao tal do Jin Jin Wok esses dias e é horripilante. Não vale nem um post.

Endereço: Rua Dr. César, 462 – Santana – Tel 2950-8111 (para outros endereços visite o site)

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Abastecendo no Posto da Vila Mada

Segunda-feira, feriado de Finados. Por que não fechar o fds prolongado com chopp de ouro? Lá fomos nós. Depois de árdua negociação entre Veloso, Pirajá, Bardot, paramos é no Posto 6.

De cara já vi que não foi das mais brilhantes idéias. Um mar de gente lotava os bares da Rua Aspicuelta. 1h para estacionar, aquela coisa de sempre. Mas não foi tão difícil assim arrumar uma mesa. E, afinal, eu nunca tinha ido no famoso boteco, logo era minha oportunidade.

Eu pedi a pizza na chapa da casa, o Postinho – tiras de filet mignon, molho de tomate, cobertura de mussarela, salpicado c/ parmesão e orégano. À primeira vista uma combinação estranha, mas era muito gostosa (Eu ficava torcendo pro próximo pedaço vir premiado, com mais molho de tomate). A massa é beeem fina, parece pão sírio fino e crocante. Mais alguns poucos chopps e a conta saiu R$65 para três pessoas. Conta básica de boteco badalado.

O lugar é um pouco sem identidade, pois tem um dos cardápios mais diversificados que eu já vi, com petiscos, comida japonesa, carpaccio, pratos, fermentados e destilados etc., tudo vem em português e inglês, como se fosse um mega lugar internacional, mas ao mesmo tempo, de fora tem mesmo é cara de boteco de faculdade – mesas na calçada, gente de pé, além do desagradável som dos motoqueiros que querem aparecer. Aliás, o que essa gente tanto gosta de se espremer na Vila Madalena? Creio que bom para quem curte badalação, além de poder caminhar para as baladas da região. Estou curioso para voltar e experimentar o temaki, ostras, mas provavelmente não vai ser num fds.

Endereço: Rua Aspicuelta 644 – Vila Madalena – Tel 3812-4342

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