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Sakagura A1

Na sexta, véspera de feriadão, fomos ao Sakagura A1, restaurante japonês que ocupou o lugar do Shimo.
Sakagura A1O restaurante é lindão. Se tiver chance, escolha o andar de baixo para sentar, onde fica o sushi bar.
A graça é pedir comidinhas que possam ser compartilhadas. Como as porções não são grandes, é legal ir em grupos pequenos.

Costelinha de porco Tropical e Kit Sakagura

Para começar, pedimos Costelinha de Porco Tropical (R$ 22), que desmanchava de tão macia, e o Kit Sakagura (R$ 27), 5 entradinhas típicas que variam conforme o dia. Dessa vez, havia gobô (bardana), salada de maionese (não gostei), berinjela e camarão grelhados, bolinho de polvo, além de pão chinês.
Sanduíche de tonkatsuPedimos, então, Harumaki de rabada (R$ 22) que, apesar de ter massa super sequinha e crocante, decepcionou um pouco no recheio, meio sem tempero.
Na sequência, fomos de Sanduíche de tonkatsu (R$ 24). Para dar a ‘liga’ entre a carne e o pão, usam uma maionese de wasabi bem gostosa. Fora que o pão é aquecido na manteiga!
Paramos por aí, satisfeitos. Estelis havia indicado o Yakiniku de língua de boi, mas ficará para a próxima. Assim como a Rabada ao curry, Lanche de panceta cozida, Asinha recheada de carne de porco (!!) etc.
O lugar deve agradar aos que curtem a comida quente tradicional (com uma certa ousadia), aos amantes de sushi e sashimi, fora os que curtem saquê. Virei fã.

Sakagura A1R. Jerônimo da Veiga, 74 – Itaim Bibi

Mais japas:
Izakaya Issa
Ajissai
Mugui
Porque Sim

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Hambúrguer no vapor? É isso mesmo?

Estava bem curiosa para conhecer o Vapor burger & beer e experimentar um hambúrguer feito no vapor. Segundo o site, tudo é feito no vapor, inclusive as entradas e sobremesas.
Fui de Nacho Burger (entrecôte, queijo da casa, molho de tomate picante, nachos no pão de cebola – R$ 28). Outros pedidos da mesa foram: Duxelle (entrecôte, sautée de cogumelos, queijo da casa, molho de cebola no pão de brioche – R$ 30) e Australiano (entrecôte, mix de queijos, agrião, relish de cebola no pão australiano – R$ 29).
pão de cebola, nachos, molho picante de tomate, queijo da casa, burger de entrecoteOlha, eu curti, mas não amei. Sinceramente, senti falta de um gosto de chapa ou de fumaça, haha. Mas além disso, achei que a carne ficou pouco suculenta. Não sei se é possível escolher o ponto da carne, pois não perguntaram. E, não sei explicar, mas a carne se desfazia em pedações. Talvez por consequência do modo como é feito, mas estranhei um pouco. O sabor ficou por conta dos ingredientes mesmo. A combinação em si estava boa e o queijo da casa é demais!
O tamanho é compacto, nada desmoronando ou escorrendo pelo prato, tanto que, por default, ele é entregue sem garfo e faca. Dá para manter a classe.
A Prez acertou na escolha. Achou o Duxelle ‘com gostão de carne mesmo, não esses hambúrgueres prensados que é carne com papelão’, hahaha. Tive que manter as palavras originais. Mas o que a conquistou mesmo foi a mistura de cogumelos.
A Tereza, que foi de Australiano, achou o hambúrguer bem saboroso, a carne sequinha e saborosa. Ponto para a cebola que acompanha o hambúrguer.
Bom, eu acho que dei azar ou meu negócio é a chapa suja mesmo, hahaha. Resumindo, valeu a visita para conhecer a técnica. Acho que vale uma segunda tentativa para experimentar outras opções.

Vapor burger & beerRua Fradique Coutinho, 1464 – Vila Madalena

Mais hambúrguer!
Seu Oswaldo
Butcher’s Market
210 Diner
Burguer 3

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Esquentando no Bar Birô e Comida di Buteco

Frio do Alaska e garoa sem fim numa noite de sexta. O que fazer? Comer e beber! Pra variar o Bar Veloso estava abarrotado, então tocamos pro Bar Birô, ao lado do Colégio Etapa.

Começamos light com sopas. Eles tem uma boa seleção – canja de galinha, sopa verde e caldinho de feijão. Não eram extraordinários, mas caíram bem pra dar uma esquentada. Melhor ainda foi o vinho quente, absolutamente perfeito. Pedimos também bastante Serra Malte de garrafa para não perder o costume.

Água na Boca

Uma boa surpresa foi que o bar participava do Comida di Biteco, festival de petiscos que faz absurdo sucesso em Belo Horizonte. Acho que tem a ver com o mineiro ser um povo boêmio demais da conta. Pedimos o prato participante, o Água na Boca (R$29), filézinho à parmegiana, polenta frita, bolinhas de mandioca 4 queijos, pasteizinhos de feijoada e molho ao sugo, patê de salsinha, barbecue e pimenta. Pra mim o destaque foi o bolinho 4 queijos, muito saboroso. A polenta infelizmente veio meio murcha.

A casa contava com uma banda de rock e uma galera mega animada. Como sentamos perto da banda, atrapalhava um pouco a conversa, mas a música era ótima.

A conta ficou R$32 por pessoa, comendo e bebendo bem. Corpo e alma aquecidos, dormi como uma pedra!

Endereço: R. Vergueiro, 1889 – Tel: (11) 5081-4040

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Italiano moderninho com sotaque americano

Há algumas semanas, fomos ao Spago, um restaurante italiano/americano bem legalzinho. Era noite de sexta e o restaurante estava vazio.
O lugar é bonito e agradável e a decoração, moderninha. Até as músicas são descontraídas. Enquanto estávamos lá, rolaram várias músicas tradicionais italianas em versões modernizadas.
Para começar, pedimos garlic cheese bread (R$ 12,00). Vieram duas fatias de pão, cobertas com um queijo mole, bem cremoso, gratinado. Achei muito incrível. 
De prato principal, não tive dúvidas, fui de shrimp fra diavolo (R$ 34,00). O cardápio diz que o molho é apimentado, mas não botei muita fé. Bom, cheguei à conclusão que é aquele tipo de picância cumulativa. No começo, vc não sente nada, no final, está suando.
Arnaldo pediu spaghetti meatballs (R$ 29,00). A almondega estava bem macia, desmanchava na boca, bem suculenta.
O melhor é que os pratos vêm com muuuuito molho. Só faltou um pãozinho, hehe.
De sobremesa, dividimos a panacota com calda de frutas vermelhas (R$ 14,00). A apresentação do doce é muito fofa. A panacota e a cobertura vêm separadas, cada uma em um pote de vidro!
Olha, achei os pratos bem gostosos e os preços, honestos. O atendimento foi excelente, do começo ao fim.

Spago – R. Leopoldo Couto de Magalhães, 681 – Itaim Bibi

Leia também:
Comidinhas Americanas no 210 Diner 
Novo lugar: Butcher’s Market
NY é logo ali, no Itaim

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210 Diner e o teste do Grubster

Na última quarta, Estelis e eu voltamos ao 210 Diner. Dessa vez, aproveitamos para testar o sistema de reservas do Grubster.
O Grubster promete 30% de desconto no total da conta por meio de reserva feita no site a R$ 10,00, independente do número de pessoas que vão.
A ideia era fazer reserva no Becco 388, mas não conseguimos. Os dias apareciam livres, mas, ao clicar na data de preferência, surgia uma mensagem de data/hora indisponíveis. Enfim, acho que estava com pau, então, trocamos pelo 210 Diner.
O sistema é bem intuitivo, vc se cadastra, escolhe um dos restaurantes da lista, seleciona dia, horário, número de pessoas, paga os R$ 10,00 e pronto. Não tem as pegadinhas e todas aquelas limitações dos cupons de desconto.
O lugar estava vazio quando chegamos, um pouco antes do horário reservado (20h30). Só avisamos sobre a reserva no site e fomos encaminhadas para uma mesa.
Estela foi de Mac and Cheese (R$ 27,00), que não tinha na nossa última visita e eu pedi uma das sugestões da casa, Carré suíno acompanhado de purê de batata e ervilha torta (R$ 39,00).
Gostei bastante do meu prato, carne macia, um pouco salgada, mas muito saborosa. O purê estava ótimo, com pedacinhos de cebola, bem temperado!
Além disso, foram 1 refrigerante, 2 cervejas, 1 waffle com sorvete e 1 café.
Como prometido pelo Grubster, tivemos um abatimento de 30% do total da conta. Sem nervo (não estávamos botando muita fé), sem constrangimento, sem cupons.
Acho que vale muitíssimo a pena!

210 DinerR. Pará, 210 – Higienópolis

Mais da cozinha americana:
Butcher’s Market
St. Louis

PJ Clarke’s
Well’s American Diner 

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Mais uma do Food Center: Mugui

Escrevo sobre mais um restaurante do Food Center, o Mugui.

O lugar é super simples. Algumas poucas mesinhas e um balcão no meio do salão, que quebra o galho nos fds, já que o movimento é maior e até rola uma pequena espera. A grande maioria dos frequentadores são orientais, mas eventualmente você encontra também alguns brasileirinhos mais aventureiros.

Não existe sushi ou sashimi. Só comidinhas quentes. A sensação que dá é de almoço na casa da mãe de alguém (amigos japonezinhos, claro!). Bem esqueminha confort food ou comidinha pós ressaca. As porções são super bem servidas e dá pra dividir 1 prato para 2 meninas tranquilo.

Yakisoba frito, gostoso, serve mil pessoas, mas nada impressionante.

Curry rice, que vem até com ovo frito e missoshiru!

Curry udon.

Valor médio gasto: R$ 20,00.

Quando estamos sem idéias mirabolantes para os almojantas do fds, o Food Center sempre é uma ótima opção!

R. da Glória, 111, 1º andar, sala 11 – Food Center – Liberdade

Outros Restaurantes do Food Center: 

Issao
Ueda
Sukiyaki House

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Mais um lugar de karê: Go! Go! Curry

No andar de cima do recém-aberto Espaço Kazu, fica o Go! Go! Curry, lugar especializado em karê, já presente nos EUA, Europa e Ásia, conforme diz o site.
O lugar é pequeno e ajeitadinho, dá para ver todo o movimento da cozinha, que é aberta. Tem balcão e mesas.
Fomos no sábado, na hora do almoço, e o lugar até que estava vazio. O atendimento, porém, foi meio confuso. Esqueceram as bebidas e um prato chegou (bem) antes do outro.
Pedimos gyukatsu e tonkatsu karê (uns R$ 35,00). Não há níveis de picância para escolher.
Como o karê é super escuro e ‘concentrado’, rolou um medinho, mas achei ótimo. Pra mim, estava ardido na medida certa (meu nível de tolerância é médio, vai). Como o ar condicionado estava no talo e na minha cara, nem suei, haha.
Gostei bastante, molho espesso, carne macia, quantidade boa, acompanha saladinha e uns curtidos.
Perto do caixa, havia uma embalagem do curry que deve ser usado nos pratos, mas não reparei se vendem.
Olha, achei muito bom, recomendo! Espero que, logo, logo, a rede espalhe para outros lugares, tipo o Sukiya.
Viva o karê!

Go! Go! CurryR. Tomás Gonzaga, 84 – Liberdade

Para os amantes de karê:
Pub Kei
Sukiya

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