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Uma noite de paella e flamenco

Foto cedida pela Ana

Um dia, a Ana, do Un Poquito: Ni, veio me dar umas dicas de restaurantes no bairro do Ipiranga. Entre as sugestões, estava o Paellas Pepe. Na mesma semana, por coincidência, o Mário Gutierrez, que é de lá, deixou um comentário no blog.
A convite (irrecusável) dela, fui conferir o famoso prato e assistir à apresentação de flamenco da Cia de Dança Herencia Flamenca!
Para se fartar de paella, é preciso fazer reserva. A iguaria é feita na hora, de acordo com o número de pessoas que reservaram. Ou seja, vc vai comer… e muito, se quiser. Se vc chegar cedo, consegue assistir ao preparo de pertinho.
Quando a dona toca o sino, é hora de atacar! Ao servir, ela pergunta o que vc quer, caso não coma algum tipo de fruto do mar. Tem camarão grande, camarãozinho, lagostim, lula, marisco, mexilhão, vôngole, frango.
A paella é muito gostosa. Se fosse só o arroz, com todo aquele tempero e sabor de frutos do mar, já seria bom demais.
Repeti duas vezes. Confesso que bate uma preguiça de ficar descascando camarão e abrindo lagostim. Se eu estivesse em casa, comeria com a mão, mas fui cortando com garfo e faca mesmo, correndo o risco que o lagostim saísse voando.
O atendimento é feito pelos próprios donos que, pelo que entendi, abrem sua casa (a garagem) para servir a paella.
A apresentação de flamenco é bem legal, bastante empolgante! Impossível não bater o pé junto, haha. Parabéns, Ana
Achei o preço muito justo: R$ 49,00 por pessoa.
Para quem não come paella, há outras opções no cardápio. Não deixe de pedir a porção de jamón Pata Negra.
Recomendo muito! Adorei a experiência.

Alguém aí tem mais dicas do bairro? Paellas Pepe, Seu Oswaldo. Tô adorando o Ipiranga!

Paellas PepeR. Bom Pastor, 1660 – Ipiranga

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Para o dia dos pais: Templo da Carne

No fds, Arnaldo e eu fomos ao Templo da Carne Marcos Bassi. É o tipo de restaurante que as famílias (grandes) escolhem para um almoção de domingo. Pois bem, apesar de servir carnes, o Templo não é uma churrascaria (rá).
Domingo, 14h, previsão de 50 minutos de espera! Deus, esperar pra comer JÁ com fome é doloroso! Sentamos no bar, comemos umas linguicinhas-aperitivo que diminuíram meu nervo e, no final, os VINTE minutos de espera passaram voando. Acho que é estratégico chutar a previsão lá no alto.
Fomos encaminhados à mesa, onde o couvert (R$ 15,80) já estava colocado. Tudo bem, golpe baixo, pois é quase impossível recusá-lo. E não pq já está lá, mas pq é lindo! Tem pão italiano, manteiga, berinjela, abobrinha assada, cenoura, azeitonas. Tudo muito bem apresentado! A reposição acontece sem parar. Cai muito bem, já que as carnes demoram um pouco para chegar.
Podem falar que eu não entendo nada de carne, mas não consigo comer peça mal passada ou ao ponto. Para não comer sola de sapato, fui de Bom-bom, o miolo da alcatra (R$ 39,00) que, mesmo bem passado, fica maciiio. A faca deslizava na carne. Achei muito boa.
Arnaldo foi de Bife Ancho (R$ 54,00). Bom tb, mas o meu era BEEM melhor, hehe. Junto das carnes, é servido um molho de alho feito com azeite, alecrim e pimenta que me matou de felicidade.
Para acompanhar, pedimos Arroz do Cozinheiro (R$ 19,00): arroz com alho, ovos mexidos, bacon (mentira, não veio no nosso) e batata palha.
As sobremesas deixam um pouco a desejar. Parecem aqueles doces-padrão terceirizados, sabe? Passamos.
O atendimento é impecável! Coisa de restaurante de pai exigente mesmo, heuehu.
Gostei. Serve para um almoço familiar dos bons! Ótima sugestão para o dia dos pais!

Templo da Carne Marcos BassiR. 13 de Maio, 668 – Bela Vista

Mais dicas para o dia dos pais:
Figueira Rubaiyat: a árvore não tem preço
Dalmo Bárbaro: frutos do mar bem servidos
Nossa experiência no Shintori
Melhor Parmegiana de São Paulo?
Overdose italiana

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Jantar especial em italiano tradicional

Na noite do dia (dã) dos namorados, escolhemos um lugar bastante tranquilo, reservado e silencioso… o italianão Lellis Trattoria, huahu. Como não estavam fazendo reservas, tentamos a sorte. Chegamos umas 20h e já havia espera, lógico. Aguardamos uns 30 minutos e pegamos uma mesa até que sossegada, sem passa-passa de gente.
Para começar, tem couvert (R$ 7,00) com azeitonas pretas bem rechonchudas, sardela, berinjela, manteiga, pão italiano. Caiu muito bem depois da espera.
O cardápio é imenso. Não curto cardápios imensos. Vc fica na dúvida do que pedir e parece que sempre vai ter algo melhor do que aquilo que vc escolheu. Sei lá, coisa de pobre.
Pedimos uma porção de batatas portuguesas (R$ 20,50). Viemos a descobrir, qdo chegaram à mesa, que são batatas chips, mas caseiras.
Como eu estava na nóia de funghi, pedimos Penne Alla Creme com funghi seco (R$ 68,50). Vc escolhe a massa e paga pelo molho. As porções são bem, BEM grandes. Servem 2 pessoas (e até 3 menos ogras) facilmente. Eu curti, mas senti falta de uma cobertura gratinada para ficar perfeito.
De sobremesa, um tiramisù mais ou menos. Muito caldo.
Para uma casa lotada, o atendimento se mostrou eficiente. Não é simpático, mas se saiu bem. Apesar de ter errado nosso prato principal (haha), o garçom não deixou faltar nada. Mesmo com o restaurante cheio, em nenhum momento tentaram nos expulsar. Acho que os garçons estavam mais preocupados em servir mesas do que limpá-las.
Olha, eu voltaria fácil, principalmente pq tem MUITA coisa para experimentar e tudo parece bom!
A casa tem serviço de manobrista que, soube depois, é gratuito. Não o utilizamos para confirmar essa informação.

Lellis TrattoriaR. Bela Cintra, 1849 – Jardim Paulista

Mais italianões:
Funiculí – funiculá, funiculí – funiculá
O Italiano Tranquilo
Overdose italiana

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Carne para amantes do churrasco

Se você é amante de carne mas não curte Churrascarias rodizio, você precisa conhecer o Laço de Ouro. 
Lá você escolhe um tipo de carne e ele vem no espeto, só p/ você. O garçom traz a carne tira as fatias e leva o restante de volta pra assar mais. Qdo ele vê que você está acabando, ele trás de volta. 
Da última vez que fui lá, pedimos uma picanha média que acompana arroz e fritas que custava R$ 62,00. Hummmm, as batatas também são muito boas. São aquelas batatas fritas cortadas em rodelas, meio grossinhas. Nham nham. Me deu fome! 
O ambiente é normal, nada demais. A casa que fica no Paraiso é mais nova que a da Aclimação, então consequentemente é mais agradável e bonita. A clientela é basicamente de tiozinhos classe média almoçando com colegas de trabalho, ou jantares de família durante a noite. 
Bottom line, o lugar é bom. O único problema é o preço, né? Com o couvert (pãozinho com gergelim e manteiga) e as bebidas, deu R$ 33,00 por cabeça. Se você gosta de carne até explodir, muitas opções e buffet de saladas não vale a pena. Pelo preço do Laço de Ouro, você encontra umas churrascarias meia-bocas por aí e come como se não houvesse amanhã. 
Endereços: Rua Pires Mota, 525 – Aclimação e Rua Tumiaru, 35 – Paraíso

Se você é amante de carne mas não curte Churrascarias rodizio, você precisa conhecer o Laço de Ouro

Lá você escolhe um tipo de carne e ele vem no espeto, só p/ você. O garçom traz a carne tira as fatias e leva o restante de volta pra assar mais. Qdo ele vê que você está acabando, ele trás de volta. 

Da última vez que fui lá, pedimos uma picanha média que acompana arroz e fritas que custava R$ 62,00. Hummmm, as batatas também são muito boas. São aquelas batatas fritas cortadas em rodelas, meio grossinhas. Nham nham. Me deu fome! 

Laco de ouroO ambiente é normal, nada demais. A casa que fica no Paraiso é mais nova que a da Aclimação, então consequentemente é mais agradável e bonita. A clientela é basicamente de tiozinhos classe média almoçando com colegas de trabalho, ou jantares de família durante a noite. 

Bottom line, o lugar é bom. O único problema é o preço, né? Com o couvert (pãozinho com gergelim e manteiga) e as bebidas, deu R$ 33,00 por cabeça. Se você gosta de carne até explodir, muitas opções e buffet de saladas não vale a pena. Pelo preço do Laço de Ouro, você encontra umas churrascarias meia-bocas por aí e come como se não houvesse amanhã. 

Endereços: Rua Pires Mota, 525 – Aclimação e Rua Pirapora, 215 – Paraíso

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Nossa experiência no Shintori

Para mim, que não como peixe cru e afins, o Salão Teppan Yaki do Shintori é demais. Tanto pela comida como pelo lugar em si. Mas, vamos por partes.
Logo que chegamos, optamos pelo tal salão de grelhados. A outra opção é o Salão Jardim, mais japonês-típico, pelo que entendi, onde é possível pedir sushis, sashimis, sukiyaki, tempura, etc.
Fomos encaminhados para o bar, recebidos com batata chips e salgadinho japonês picante, além de pepino e cenoura com molho de misso. Só na hora da conta descobrimos que essa brincadeira custava uns R$ 10,00 por pessoa!
Depois de breve espera no bar, onde tínhamos uma ótima visão do jardim japonês, fomos para o tal salão. Nele, vc se senta de frente para uma chapa onde os alimentos são preparados! Como era nossa primeira visita, foi meio difícil entender o cardápio, mas nada que uma rápida conversa com o maître não resolvesse. Fomos de menu completo (não lembro o nome. Era o mais “barato” deles), por R$ 77,00 a cabeça.
Antes de começar a comer, vc coloca um aventalzinho pra poder babar a vontade e não sujar a roupa. Primeiro, é servida dobin-mushi (sopa de caldo de frango, com camarão, kamaboko, frango, cebolinha e um pedaço de casca de limão!). Adorei, mto gostoso.
Depois, uma saladinha simples: folhas, pepino, tomate. São 2 opções de molho: shoyu e tomate. Pedi o primeiro. Em nada me lembrava o sabor do shoyu, mas ok, era mto bom.
Chegaram, ainda, California roll e sushi de salmão. Bons e frescos.
Daí, eis que surge nosso chapeiro, malabarista de ovo. Ok, não é legal ficar brincando com comida, mas foi engraçado. Nosso teppan tinha camarão, lula, carne (picanha ou filé mignon), salmão, broto de feijão, cogumelos, legumes, arroz. Tudo temperado, basicamente, com sal, shoyu e alho. Nada mto complicado, mas tudo fica mais legal pelo ambiente, pela prática do chapeiro e pela apresentação da comida.
De sobremesa, Arnaldo foi de tempura de banana com sorvete. Massa incrivelmente crocante. Ótimo. Eu pedi anmitsu com sorvete de chá. A sobremesa vem com uma bola de sorvete, gelatina de alga, frutas e anko (doce de feijão). Adoro. Para quem não conhece, confesso, não é nada demais. Os que gostam de coisa bem doce então, esqueçam.
Bom, o atendimento é impecável, nem preciso dizer.
A casa tem estacionamento próprio com serviço de manobrista “gratuito”. Depois de esvaziar o bolso, é uma boa notícia. Mesmo assim, um milagre nos dias de hj, né?
Olha, mto bom, ideal para um jantar especial, já que é caro. Lugar lindo!

ShintoriAl. Campinas, 600 – Jardim Paulista

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Mais lamen!

Falando em lamen, recomendo o Lamen Kazu, na mesma rua do Porque Sim e do Sushi Yassu.
O lugar é pequeno (chegue cedo, enche rápido), arrumadinho, até que moderno para a região.
Lá, eu descobri que o lamen é, na verdade, de origem chinesa, mas se desenvolveu no Japão. E sim, o lamen do qual estou falando é parecido com o macarrão do miojo. Digo “parecido”, pq são iguais apenas na aparência. O lamen correto (pelo menos o servido no Lamen Kazu) é durinho e não aquela papa em que o miojo se transforma depois de 3 minutos.
Para começar, pedimos uma porção de guioza (5 ou 6 unidades, uns R$ 11,00, não lembro). Os pastéis são cozidos e passados na chapa. Massa fininha, mto boa. Problema é que veio com gosto de óleo.
São 3 tipos de caldo do lamen: a base de sal, shoyu ou misso (paste de soja). Pra mim, não havia dúvidas, misso na cabeça.
Fui de Misso Tyashu (com lombo cozido). Por R$ 25,00, chega uma tigelona de lamen, com lombo, broto de bambu, cebolinha, wakame e nori (algas). Achei tudo ótimo. Extremamente cheiroso! O lombo estava bom, mas gorduroso.
Para um lamen pode parecer caro (bom, é mesmo), mas os ingredientes são de ponta, tudo é fresco e feito com qualidade.
É comer e sair andando. Não dá para passar horas no local. É apertadinho e tem mta gente chegando.
Adorei e recomendo!

Lamen KazuR. Thomaz Gonzaga, 51 – Liberdade

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Francês bom e tradicional, mas chato…

Nossa última empreitada no Restaurant Week foi o Marcel. Jantar românteco em lugar tradicional. Fazia tempo que não ia a um restaurante assim. Ultimamente, tudo é moderno ou alternativo demais, rústico, temático ou pedreiro mesmo. Não dava pra fazer reserva, então cheguei umas 19h, qdo ainda estava sussa. Enqto esperava Arnaldo, o maître ficava me perguntando (pressionando) se ele já estava para chegar. Pra mim, deu a impressão de que seria “chato” se eu ocupasse uma mesa enqto o restaurante enchia. Bom, eu já estava lá, cheguei cedo, tinha mesa livre, era meu direito poder ficar lá, não?
Menu do evento: R$ 39,00 no jantar.
De entrada, pedimos Brandade de bacalhau e palmito pupunha, presunto cru e vinagrete de azeitonas pretas. Pra mim, só tinha bacalhau, batata e pasta de azeitonas. Nem senti o restante dos ingredientes. Ok, era pouca coisa no meio do prato, mas estava bem bom. E fresco, pois o garçom nos contou que a batata tinha acabado de chegar do Ceasa, haha.
Para escolher o prato principal foi aquela dúvida. Truta, filé mignon, ravióli de lingüiça. Tudo parecia ótimo, mas fiquei com o destaque da casa: suflê. No caso, queijo gruyère. Nunca tinha comido desses suflês na vida e digo, AMEI. O que é aquela casquinha?! Arnaldo ficou com invejinha, haha, apesar de que os Escalopes de filé mignon ao vinho tinto e batata rôsti (o original era purê) que ele pediu estavam demais tb. Carne macia, suculenta, no ponto.
De sobremesa, havia creme brulée de maracujá. Nada demais.
Apesar de toda a seriedade, não gostei do atendimento. Estávamos conversando qdo a conta chegou sem que tivéssemos pedido. Não gostei. Isso não é normal, né? Além disso, erraram o valor do vinho na conta.
Sério, voltaria apenas para experimentar o suflê de chocolate. A comida é ótima, mas o atendimento encheu um pouco o saco. Se alguém conhece um lugar mais simpático que tenha suflês bons, me avise, que vou correndo, hehe.

Restaurante MarcelR. da Consolação, 3555 – Consolação

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