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Mais uma do Food Center: Mugui

Escrevo sobre mais um restaurante do Food Center, o Mugui.

O lugar é super simples. Algumas poucas mesinhas e um balcão no meio do salão, que quebra o galho nos fds, já que o movimento é maior e até rola uma pequena espera. A grande maioria dos frequentadores são orientais, mas eventualmente você encontra também alguns brasileirinhos mais aventureiros.

Não existe sushi ou sashimi. Só comidinhas quentes. A sensação que dá é de almoço na casa da mãe de alguém (amigos japonezinhos, claro!). Bem esqueminha confort food ou comidinha pós ressaca. As porções são super bem servidas e dá pra dividir 1 prato para 2 meninas tranquilo.

Yakisoba frito, gostoso, serve mil pessoas, mas nada impressionante.

Curry rice, que vem até com ovo frito e missoshiru!

Curry udon.

Valor médio gasto: R$ 20,00.

Quando estamos sem idéias mirabolantes para os almojantas do fds, o Food Center sempre é uma ótima opção!

R. da Glória, 111, 1º andar, sala 11 – Food Center – Liberdade

Outros Restaurantes do Food Center: 

Issao
Ueda
Sukiyaki House

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Rong He, o chinês mestre das massas

Fazia tempo que eu estava prometendo uma ida ao Rong He com a Jussa e finalmente saiu!

Eu sou uma chinesa meio fajuta. Não sou muito fã de arroz, mas gosto de praticamente todos os pratos de massa chinesas. Então quando abriu o Rong He, eu fiquei bem feliz e passei a frequentar a casa quase que a cada 15 dias. Agora já passou um pouco o encanto, mas não deixa de ser bom. Os pratos servidos lá normalmente não são servidos nos demais restaurantes chineses aqui de SP, que podem ter um ou outro prato, mas nunca tanta opção de massas, concentrada assim num só lugar.

Tirando o Chi-Fu, ele deve ser um dos restaurantes mais populares entre os non-chinas. A grande sacada da casa é que eles colocaram um Chef chinês na vitrine fazendo demonstração da arte milenar do macarrão. E isso rendeu um milhão de matérias, posts em blogs, etc. E realmente é legalzinho, ainda mais para as crianças. Os pequeninos adoram e ficam colados no vidro assistindo o moço. Ele que não deve ser a pessoa mais feliz do mundo.

O macarrão que é feito na hora pelo mestre da virtrine, não é exatamente meu prato predileto. Eu não sou fã de macarrão gordinho e também a maioria dos pratos com o macarrão são aqueles ensopados, tipo um udon japonês, mas com outros ingredientes. Ou então, você pode pedir o yakissoba, que já me disseram que é muito bom, mas eu me recuso a pedir yakissoba num restaurante. Mas se você gosta, vai em frente. O legal é que o macarrão é meio infinito, então junto com o prato, eles trazem uma tesoura para você ir cortando o macarrãozinho na hora de se servir.

Agora vamos ao nosso pedido!

Entrada: Porçãozinha de alga com leguminhos, temperado com alho e shoyu. Muito bom e custa R$ 7,00.

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Gyoza: A porção custa R$ 14,00 e tem a opção de carne bovina ou suína (que é melhor). Ah, se você está esperando um gyoza daqueles bem fritos que parece até um pastel, não vá. Lá ele é cozido e depois frito na chapa, só o fundinho.

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Trouxinhas a vapor: A massa é bem fininha e os recheios são variados. Alguns são de arroz com carne, alguns só de carne ou de camarão. Nós pedimos 1 porção de camarão e outra de carne suína. Cada porção também custa por volta de R$ 14,00.

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Pizza recheada com carne bovina: Ok, esse nome é meio esquisito, mas acho que é como estava escrito no cardápio. É o meu prato preferido disparado do restaurante e talvez esteja entre os top 10 massas da vida! A massa é meio sequinha, até lembra um pouco esfiha, mas ele vem com gergelim. O recheio de carne é temperadinho e bem gostoso. Nham, me deu até fome. Preço? Também uns R$ 14,00.

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E pra fechar, de sobremesa pedimos macarrãozinho bem fininho frito com gergelim, e você polvilha açucar, canela e mel em cima. Muito bom, mas nada impressionante. Eu nunca tinha visto esse doce na minha vida.

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Bom, estávamos em 4 pessoas e foi meio over de comida, mas mesmo assim comemos tudo e saímos de lá rolando. Saiu R$ 28,00 por cabeça. Baratinho né? Mas isso é até meio caro em restaurante chinês. Normalmente a média é uns R$ 20,00 por cabeça. O segredo p/ comer bem e sair feliz de um restaurante chinês é a qtde de amigos que você tem. Qto mais gente, mais opções diferentes você pode pedir e mais barato ficará. Afinal de contas, em restaurante chinês você nunca pede um prato só p/ você. É tudo na base no sharing no centro da mesa.

O atendimento é feito por brasileiros, então não fique com aquele medo dos chineses que não falam português e que são nada simpáticos. O lugar é simples, mas é bonitinho e limpinho. Não se esqueça de levar dinheiro. Cartões, somente o visaelectron. Nem cheque eles aceitam.

Curiosidade: O Arnaldis, namorado da Jussum, teve um surto alérgico a sabe deus o quê e passou o dia seguinte inteiro se coçando. heheheh. Nós 3 não tivemos nada.
Ah! E parece que no fds o cardápio sofre um acréscimo de x porcento (não lembro)! Sensacionais os chineisinhos. huahuahua

Endereço: Rua da Glória, 622-A – Liberdade.

Mais restaurantes chineses na liberdade:
Chi… Fu!Chi Fu Grandão!
Chinês Top 1 2008, até o momento.
Chines limpo, bonito e barato! Existe!
Chineses: Chique VS Chique

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Food Court da Ásia

Sábado bundante, fomos eu a Tel lá na Liberdade. Resolvemos experimentar o (não tão) novo fast food japa ao lado da padaria Itiriki, o Benkey Teppan House. Além do tradicional yakissoba, tem teppan yaki, katsu, udon, lamen, pizza coreana (?) etc.

CorredorNa entrada fica a cozinha com vidros em volta, como uma vitrine. Você chega e já vai ao caixa fazer o pedido. Depois tem que ficar esperando de pé no corredor estreito e cheio Vitrinede gente pra pegar a bandeja com a comida. O espaço com as mesas é minúsculo, tem que dividir com outras pessoas, senão não senta. E não é dos mais limpos, tem a galera que não leva embora a bandeja (teve gente que largou a tigela inteira de lamen e foi embora!). Resumindo, hardcore o negócio. Pra quem gosta de se sentir genuinamente na Ásia, relembra mesmo algum “food court” daquelas bandas (bom trabalho! haha).

ComidasA Tel pediu um mini yakissoba, pois ela tava na nóia de comer o macarrão frito sequinho, não do tipo que se prepara na panela junto com todos os ingredientes, mas com a massa e o “recheio” separados e depois junta na hora de servir. Mas bota mini nisso. Mais do tipo que engana a fome do que uma refeição completa. Eu fui de lamen. LamenO recheio era bom e foi legal ver o cozinheiro preparando, colocando os ingredientes um por um, com uma paciência de japonês (não que ele fosse, aliás não tinha nenhum trabalhando lá). Agora o macarrão tava burocrático (nunca fui fã de macarrão) e a sopa mais como uma água com gosto – não dava pra tomar. Pedimos também uma porção de 3 guiozas que não fez diferença em nossas vidas.

Concluindo, no geral não é muito bom, mas pelo preço não dá pra reclamar! Total deu R$25 com bebidas. MelonaOs pratos custam em torno de 10 reais, sendo 1 real mais barato nos dias de semana. É uma opção para os sábados bundantes, talvez depois de bater perna na Liba para quem não quer algo sofisticado. E opção de delivery também pra quem é da região. Tá, para não sermos injustos, ainda falta experimentar os outros pratos da casa, principalmente o teppan e o katsu. Pra terminar sem mágoas o passeio, tomamos um picolé de melão (Melona) na rua. Agora sei porque fazem fila pra comoprar no verão! Macio, sabor marcante sem ser muito doce. Mas coma rápido que o negócio derrete!

Endereço: Rua dos Estudantes 28 – Liberdade

A Ju já tinha ido! Leia também:

Gororobas orientais

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